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Eu acredito em um futuro híbrido

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Na pandemia dois sentimentos afloraram nas pessoas: a incerteza e a insegurança. Questionamentos como para onde vamos, como ficaremos e quando tudo isso terminará são os mais frequentes. Já no mundo corporativo, uma das grandes dúvidas é como será o futuro do trabalho?

O distanciamento social levou vários profissionais ao modelo de trabalho em casa, já com a expectativa de saber qual será o modelo de trabalho mais adequado. É nítido percebermos como os colaboradores almejam por uma definição sobre este tema e seus líderes precisam corresponder à essa expectativa.

 

Acredito que no momento que estamos, se uma empresa ainda não adotou o sistema híbrido de trabalho, com revezamentos semanais, certamente fará isso a curto prazo. Isso é uma tendência que, a meu ver, chegou para ficar. Um estudo do IBM Institute for Business Value (IBV) revelou que, no Brasil, 1 em cada 10 pessoas que responderam a pesquisa deixou o emprego voluntariamente durante a pandemia. Destas, 29% precisavam de mais flexibilidade de horário ou de local de trabalho (por exemplo, capacidade de trabalhar remotamente para lidar com as demandas da família). Para mim, se o modelo híbrido veio com força para permanecer entre nós, é fundamental que as empresas se reorganizem para que este formato tenha excelência em sua execução. E a transformação digital nos modelos de negócio e nos relacionamentos é uma positiva consequência disso.

 

Além disso, pesquisas indicam que embora possa haver um aumento na produtividade de seus colaboradores neste modelo, é ainda mais importante que as empresas olhem para o lado mais humano de seus funcionários. O número de pessoas que desenvolveram transtornos como a ansiedade, por exemplo, durante a pandemia, aumentou fortemente. Segundo uma pesquisa feita pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), nos meses de maio, junho e julho de 2020, cerca de 80% da população brasileira tornou-se mais ansiosa em relação à pandemia. E essa ansiedade pode impactar diretamente a forma de trabalho das pessoas. Então, assim como todos estão se esforçando para entregar o melhor resultado, é fundamental que as companhias enxerguem esse desempenho e forneçam condições para alcançarem os objetivos e metas desejados.

 

A relação entre a empresa e o colaborador, na minha visão, precisa ser sempre uma via de mão dupla. Se você, como líder, motiva seu funcionário, o faz sentir-se incluso, olha por ele, pode ter certeza de que os resultados tendem a ser melhores. E você, colaborador, tenho certeza que estar em um local que te acolhe, percebe e inclui, certamente essa sensação te ajudará e dará mais energia para um bom trabalho.

A chave para um futuro híbrido, no qual as experiências mediadas pela tecnologia e as nossas atividades de trabalho presenciais sejam harmonicamente integradas está na junção entre a comunicação e a tecnologia. Um futuro em que agilidade, velocidade e entrega de valor, tanto para os colaboradores quanto aos clientes, são cruciais.

Por isso, precisamos compreender como a tecnologia como Cloud, Data e IA para impulsionar o crescimento de negócio, dar insumos para as equipes colaborarem de uma forma híbrida e integrada, automatizar os fluxos de trabalho, diminuindo custos e acelerando o Time to Market serão capazes de transformar a incerteza vivida por esses dias de mudanças e incertezas. Eu acredito nisso, e você?

Marcelo Trevisani é CMO da IBM Brasil.

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Você gosta de sexo?

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Carolina Vila Nova
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Já cantava Ultraje a Rigor, de forma, que todos acompanhavam com vontade, mesmo que fosse só dentro da cabeça, para ser mais discreto: “Sexo! Me dá sexo! Eu não vivo sem sexo!”.

Sexo é bom e quase todo mundo gosta! Só não afirmo ‘todo mundo’, porque dizem existir por aí, as pessoas assexuadas, que não gostam de jeito nenhum e nem praticam. Embora eu nunca tenha conhecido alguém tão estranho, até acredito que exista. Nesse mundo tem louco para tudo!

 

No mais, sexo é bom mesmo, faz bem para a pele, para a saúde, para aliviar o estresse e até para demonstrar amor! É isso mesmo, senhoras e senhores: sexo, além de promover algo fantástico chamado orgasmo, que despeja uma química deliciosa no cérebro e provoca um relaxamento por todo o corpo, ainda serve para demonstrar e viver o amor.

 

E aí? Você prefere sexo por sexo ou sexo com amor?

 

Há quem prefira sim o sexo casual, descompromissado e supostamente leve. Já outros, tem o tesão de tirar a roupa apenas para quem ama, ficar de conchinha após um orgasmo do [email protected]#@%¨* ou deitar sobre o corpo da pessoa amada e curtir o pós-êxtase em silêncio e aconchego.

 

Será que tanto faz?

 

Dizem as más línguas, que a mulher da vida é paga, justamente para ir embora após o tesão passar, cumprindo seu papel exclusivamente físico, de levar o homem ao ápice e não o incomodar depois. Mas se é isso mesmo, então por que alguns homens fogem do relacionamento íntimo? Não seria o depois, um momento de continuidade do prazer, através de uma conversa e troca de carinho?

 

Dentre tantas nomeações que existem hoje para gêneros, gostos e comportamentos, o que se sabe, e é quase unânime, é que sexo é mesmo foda! Não importa onde, quando, desde que seja bem-feito, costuma mudar o humor de um dia ruim, relaxa, alivia, além do prazer indescritível, que dispensa descrições.

 

Sexo oral, sexo vaginal, sexo anal, tem até sexo tântrico! E se não tem, tem o sexo solitário para aliviar a falta que o bendito faz! E se nem isso der certo, tem gente que gosta tanto, que sente orgasmo até dormindo. Jesus amado! Quero!
Sexo na cama, no chão, na parede, no carro, no cinema, no mar ou no meio do mato. Quem nunca? Passamos a vida descobrindo e redescobrindo as inúmeras formas que nosso corpo e do outro podem nos proporcionar prazer e aliviar o peso da própria vida.

 

Dentre tantos boletos para pagar, o modo automático do acordar, levantar, trabalhar o dia todo e voltar para casa, pra começar tudo de novo, o sexo, entre uma coisa e outra, ajuda a suportar a vida. É a válvula de escape para a dor de cabeça, para o tédio, a monotonia ou o contrário, para desacelerar e se permitir um pouco de sentido aos dias obrigatórios no modo automático.

 

Bom mesmo seria incluir na lista diária de tarefas, um pouco mais de vida, disso aí mesmo, que estamos falando… Já pensou???

 

– Recomendação médica obrigatória, risco de infarto: sexo três vezes ao dia com orgasmo! Passando pelo sexo oral e indo em todas as direções possíveis. Pratique sem moderação! Use e abuse! Seja criativo na hora de cuidar de você mesmo!
Parece brincadeira? Pois não deveria!

 

A vida passa rápida demais, com uma penca de problemas que chega todos os dias, porque a vida simplesmente é isso mesmo: problemas no trabalho, no trânsito, nos relacionamentos, na família, na economia, na política, blá blá blá.
Quando se vê, já não temos mais disposição, saúde, quiçá idade para isso. Então, meu amigo, minha amiga, aproveite enquanto ainda tem vontade e pode. Corre atrás!

 

Com amor? Sem amor? O que é importante para você?

 

É só uma questão de escolha!

 

A vida está aí para ser vivida e sexo faz parte do lado bom dela!

 

Lhe desejo um bom e inesquecível orgasmo, que melhore e transforme o seu dia! E quando chegar à noite: repita! Sem moderação!

 

Amanhã, comece de novo!

 

Se faça e se permita ser feliz!

Carolina Vila Nova é escritora, roteirista e Ghost Write.

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