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Juízes completam 16 anos de magistratura e destacam importância da profissão

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Há 16 anos, em 18 de novembro de 2004, um novo grupo de magistrados tomava posse para atuar no Poder Judiciário de Mato Grosso, trilhando um caminho recheado de desafios e sacrifícios, mas, também, permeado por ações voltadas a fazer o bem e transformar a sociedade. Nascida em Londrina (Paraná) e formada pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), Leilamar Aparecida Rodrigues iniciou o curso de Direito aos 32 anos, já casada e com dois filhos. Buscava, a princípio, uma opção profissional. No decorrer do curso, sentiu despertar em si a paixão pela magistratura.

Após ser aprovada no concurso em Mato Grosso, iniciou a carreira na Comarca de Lucas do Rio Verde. Em seguida, jurisdicionou em Guarantã do Norte, Barra do Bugres, Paranatinga, Cáceres e Tangará da Serra, onde atua hoje na 2ª Vara Cível. A magistrada garante dar a cada caso a máxima relevância. Por jurisdicionar por muito tempo na área da infância e juventude, se diz apaixonada pelo tema. “A proteção à criança e ao adolescente, bem como a adoção, é um trabalho que proporciona grandes emoções pelos benefícios que traz aos envolvidos e à sociedade”, salienta.

Para Leilamar, a magistratura ocupa grande parte da vida dela e, desde que iniciou na profissão, permeia seus passos. “É um trabalho árduo, às vezes sacrificante, mas imensamente gratificante, pois me traz a oportunidade de contribuir com sociedade. Estou certa de que encontrei na magistratura a minha verdadeira vocação, o que me torna muito feliz.” Aos pretendentes ao cargo, ela ressalta a importância da dedicação aos estudos, da disciplina e do desprendimento, pois a profissão exige dedicação exclusiva. “Mas o mais importante é se dedicar à profissão com amor.”

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Já a juíza Paula Saide Biagi Messen Mussi Casagrande, da 1ª Vara Cível de Sorriso, se inspirou no pai – advogado há 45 anos – para cursar Direito. Oriunda da cidade de São José do Rio Preto, onde se formou pela Universidade Paulista, ela conta que desde a adolescência e durante a graduação trabalhou ao lado dele, no escritório de advocacia.

Paula Casagrande ingressou no Poder Judiciário de Mato Grosso bem jovem, aos 25 anos, e desde então jurisdicionou nas comarcas de Nova Monte Verde, Apiacás, Sinop, Vera, Feliz Natal, Cláudia, Colíder e há quase seis anos está em Sorriso. Desses 16 anos de magistratura, destaca seu caso mais marcante o primeiro júri em Sinop. “A vítima era um juiz e o caso de grande repercussão social. Eu tinha apenas 25 anos”, recorda-se.

Para a magistrada, os 16 anos de toga lhe proporcionaram uma maturidade e um aprendizado inimaginável. “Aos futuros magistrados, aconselho jamais perder o equilíbrio, trabalhar com humildade e valorizar sua família”, pontua.

A mato-grossense Milena Ramos de Lima e Souza Paro, natural de Rondonópolis, conta que o interesse pelo Direito surgiu em razão da paixão pela leitura e pelo anseio em contribuir com a pacificação social. Formada pela Universidade de Cuiabá, ela seguiu para o Estado de São Paulo para se dedicar aos estudos para o concurso público, até ingressar na carreira, aos 26 anos.

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Além das comarcas de Vila Rica e Paranaíta, durante quase todo o período de magistratura ela vem atuando na Comarca de Alta Floresta, onde tomou posse como magistrada e constituiu família. Um dos momentos mais marcantes da carreira foi a implantação do programa educativo para usuários e dependentes de drogas (PEUDD), em Alta Floresta, em 2016. “Desde então atendemos mais de 150 usuários de substâncias entorpecentes, viabilizando o Poder Judiciário atuar diretamente no enfrentamento da problemática do crescente uso de drogas ilícitas”, assinala.

Milena Paro destaca ainda a importância da função exercida há 16 anos. “Apesar do rigor do cargo, exercer a função de magistrada tem me ensinado a ter uma atuação sensível com relação aos conflitos sociais, me traz diariamente imensa satisfação por oportunizar ser agente transformadora na vida dos jurisdicionais e da sociedade em geral.”

Aos que pretendem seguir a carreira, ela orienta: “o conhecimento técnico das leis é essencial, entretanto, o espírito de servir ao público com dedicação e comprometimento deve realçar no perfil do pretenso juiz.”

Também integram a turma de 2004 os juízes Francisco Ney Gaíva, Douglas Bernardes Romão, Fernando da Fonsêca Melo, José Mauro Nagib Jorge, Lidiane de Almeida Anastácio Pampado, Marco Antonio Canavarros dos Santos e Murilo Moura Mesquita.

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A arrogância perdeu

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Abilio, meu caro, você perdeu a eleição. Perdeu porque foi arrogante, agressivo, preconceituoso. Perdeu porque sua imagem ligou-se à intolerância e à incapacidade de diálogo. Humilhar jornalistas? Foi fatal para você. Esnobar os formadores de opinião? Foi fatal para você. Ameaçar servidores públicos? Foi fatal para você. Agredir mulheres e os produtores culturais? Foi a pá de cal. Sabe esses 6 mil votos de diferença? O meu está entre eles.

Com a sua votação, você e Felipe vão se habilitar para a política. Agora é hora de aprender humildade porque, nessas eleições, essa sua enorme agressividade foi reprovada. A sua arrogância gratuita afetou até mesmo gente que poderia tê-lo apoiado. Eis a resposta popular à sua postura arrogante. Quer encarnar a renovação? Pois encarne! Mas aprenda que a política é a arte do diálogo, não do pugilismo. Punhos cerrados? Só no boxe, meu caro. Só no boxe…

P.S: Gisela, antes que eu me esqueça: essa derrota também é sua.

P.S. 2: Os produtores culturais que apoiaram um sujeito que defendeu a extinção do Conselho de Cultura estão desconvidados do meu convívio.

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