Slide Heading
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Ut elit tellus, luctus nec ullamcorper mattis, pulvinar dapibus leo.
Click Here

Artigos

O exercício da democracia é um compromisso com a liberdade

Publicados

em

A semana que passou deixou o mundo em estado de alerta. Apreensão, ansiedade, dúvidas, dedos cruzados. Não, não era uma partida de final de copa do mundo, não valia troféu, nem um prêmio milionário. O que estava em jogo era a Casa Branca, a posse da caneta mais poderosa entre as potências políticas, financeiras e bélicas.

Os olhos do mundo se voltaram para lá, porque o que acontece na terra do Tio Sam, impacta todo o resto do mundo. As eleições americanas são um exemplo concreto de democracia, de fazer valer a vontade do povo. O voto não é obrigatório, já é sabido por todos, então, quando o povo vai às urnas, sem que haja uma obrigatoriedade, é o exercício da democracia e o compromisso com a liberdade individual, com o desejo de mudanças. É um povo lutando pelos seus direitos com a arma mais poderosa: o voto!

No jogo democrático, a palavra “inimigo” fica deslocada, porque não deve existir, porque de fato e de direito o que existe é uma oposição. Nesse jogo eleitoral em que o vencedor recebe o mandato como espólio a fim de proteger a vida, a liberdade e os direitos daqueles que não torceram por sua vitória e foram derrotados, o vencedor deverá tratar a oposição com respeito e dignidade, porque quando o pleito chega ao fim, o que deve existir é apenas o povo.

Leia Também:  A arrogância perdeu

Assim é a democracia. Um dia você governa, no outro, é governado. Cabe àqueles que participam do pleito aceitar a vontade absoluta da população. Aceitar o resultado das urnas é fortalecer a democracia, é reconhecer que a aprovação popular, em determinados momentos, pode ser a voz de Deus. Lutar contra o resultado das urnas, fazer ilações, colocar em cheque a veracidade do trabalho daqueles que lutam em prol da soberania da nação, é também, colocar na berlinda, todo o verniz de verdade e soberania de um povo. 

A liberdade é fundamental. A democracia é um direito inalienável. Saber ouvir o clamor popular é o mínimo que se espera de homens públicos. Lutar com heroísmo e perder com elegância é a postura de políticos com conduta ilibada. Respeito à instituição democrática é a resposta daqueles que lutarão pelo bem do povo que os elegeu como representante legal de suas vontades e sonhos.

Frankes Márcio Batista Siqueira é professor desde 1995, graduado em geografia e ciências contábeis, mestre em Desenvolvimento Social e doutor em Cultura Contemporânea pela UFMT.  

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Artigos

A arrogância perdeu

Publicados

em

Abilio, meu caro, você perdeu a eleição. Perdeu porque foi arrogante, agressivo, preconceituoso. Perdeu porque sua imagem ligou-se à intolerância e à incapacidade de diálogo. Humilhar jornalistas? Foi fatal para você. Esnobar os formadores de opinião? Foi fatal para você. Ameaçar servidores públicos? Foi fatal para você. Agredir mulheres e os produtores culturais? Foi a pá de cal. Sabe esses 6 mil votos de diferença? O meu está entre eles.

Com a sua votação, você e Felipe vão se habilitar para a política. Agora é hora de aprender humildade porque, nessas eleições, essa sua enorme agressividade foi reprovada. A sua arrogância gratuita afetou até mesmo gente que poderia tê-lo apoiado. Eis a resposta popular à sua postura arrogante. Quer encarnar a renovação? Pois encarne! Mas aprenda que a política é a arte do diálogo, não do pugilismo. Punhos cerrados? Só no boxe, meu caro. Só no boxe…

P.S: Gisela, antes que eu me esqueça: essa derrota também é sua.

P.S. 2: Os produtores culturais que apoiaram um sujeito que defendeu a extinção do Conselho de Cultura estão desconvidados do meu convívio.

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  A arrogância perdeu
Continue lendo

VÍDEO INSTITUCIONAL

VÍDEO INSTITUCIONAL

VÍDEO INSTITUCIONAL

POLÍTICA MT

POLICIAL

MATO GROSSO

MUNICÍPIOS

MAIS LIDAS DA SEMANA