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Mais uma cidade de Mato Grosso vive como se não existisse pandemia. Veja vídeo

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Um vídeo que foi gravado na noite deste sábado (01) no bairro Jardim Atlântico na cidade de Rondonópolis ( 217Km de Cuiabá) mostra muita gente, principalmente jovens e adolescentes, que não estavam nem aí para o contágio pelo coronavírus e se aglomeravam à vontade, sem usarem máscara e não obedecendo o distanciamento de 1,5m.

Pessoas e carros transitam em uma rua, do Bairro com música alta e adquirindo bebidas numa conveniência.

O consumo de bebidas alcoólicas é permitido somente se os clientes estiverem sentados, com distância mínima entre cadeiras e mesas. A multa para quem desrespeitar as normas é de R$ 500 para cidadãos e R$ 10 mil para estabelecimentos comerciais, porém parece que com a pouca fiscalização e certeza de impunidade, as pessoas não se preocupam com uma provável nova onda de contágio que pode vir assolar o Brasil.

Os sanitaristas preveem que os reflexos deste descaso e irresponsabilidade, podem custar muito caro aos que estão se expondo agora, com a situação se tornando insuportavelmente dramática, não só pela falta de UTIs suficientes para atender aos contaminados, mas e, principalmente, pelo esgotamento de locais para sepultamento dos corpos, como está acontecendo na Índia.

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Veja vídeo:

 

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ATÉ ZUNIL

Por falta de provas juiz arquiva inquéritos contra Vereadores de Cuiabá

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Duas investigações instauradas contra os vereadores por Cuiabá, Adevair Cabral (PTB) e Dídimo da Silva Rodrigues, o Dídimo Vovô (PSB) foram arquivadas pela Justiça Eleitoral .

Os vereadores estavam sendo acusados de supostos crimes relacionados ao pleito de 2020

Contra Adevair Cabral, foi instaurada uma notícia de fato instaurada para apurar denúncia de compra de votos (artigo 299 do Código Eleitoral), crime supostamente cometido no primeiro turno das eleições municipais de 2020.

No caso do novato Didimo Vovô  a acusação era de crimes contra o sigilo ou o exercício do voto, ou seja, a coação de eleitores visando obtenção de voto ou sua abstenção. A notícia-crime contra ele também foi feita pelo Ministério Público Eleitoral.

Ambos os casos foram arquivados por falta de provas eleitoral.

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