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Redução de ICMS de combustível em MT, não é comemorada por motoristas

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A redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos combustíveis em Mato Grosso saindo dos 25% para 23% deixou os mato-grossenses céticos com alguma perspectiva de melhora no bolso dos motoristas no trânsito. Além disso, pra piorar, a redução ainda é para o ano que vem. Enquanto isso, o preço por litro continua a subir, como, por exemplo, no último domingo (10), quando o preço do litro sofreu mais um aumento de 7,2% nas bombas de combustível do estado e em todo Brasil.

“Essa redução é só pra dar risada. A cada dia o preço sobe mais e a gente não sabe mais o que fazer”, disse um motorista de aplicativo de Cuiabá.

“Na verdade, está tudo complicado. Mas andar de carro não dá mais. Aqui em Mato Grosso é um dos maiores preços por litro e isso é triste para todos nós cidadãos”, disse uma motorista.

O próprio secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, explicou que a redução tributária anunciada para os combustíveis pode não ser sentida pelo cidadão. Para Gallo, isso deve acontecer porque o preço da gasolina e do diesel não são controlados pelo governo estadual.

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“Nos combustíveis é muito difícil porque vivemos em uma economia de mercado, não há preço controlável dos combustíveis. A Petrobrás aumenta os preços semana sim, semana não e isso vai para as bombas”, disse o secretário. “Nós não temos essa garantia. O presidente Bolsonaro abaixou o PIS/COFINS em 34%, foi refletido na bomba R$ 0,03, então quer dizer, quando você não controla os preços, os descontos de tributação acabam ficando no bolso de todos que participam da cadeia”.

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Mais de 40 médicos pedem demissão em Cuiabá; Salário atrasado

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Na capital cuiabana, mais de 40 médicos da rede Sistema Único de Saúde (SUS) pediram demissão de seus cargos. Isso porque estão com salário atrasado há três meses. Alguns deles não recebe há cinco meses.

Desse número, a maioria trabalha no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) e também em Unidades de Pronto Atendimento (Upa) dentro das Unidades de Terapia Intensivas (UTIs).

Com a situação, eles pediram demissão em massa. Contudo, outros profissionais afirmas que este número podem ser maior.

Apesar da demissão em massa, eles vão cumprir aviso prévio. Eles relataram a exaustão do trabalho, por estarem na linha de frente contra a Covid-19 e continuarem o serviço, mesmo sem receber.

A Secretaria de Saúde não se pronunciou até o momento.

 

Jornalista: Fabiane Serra

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