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Mulher que invadiu gabinete de deputado quebrou objetos e xingou comissionada; Veja

A assessora parlamentar de 32 anos do gabinete do deputado estadual Xuxu Dal Molin (PSC), que foi agredida por uma mulher que invadiu o gabinete registrou um boletim de ocorrência na tarde desta terça-feira (8) junto à Polícia Militar.

Consta no Boletim de Ocorrência que a mesma foi agredida fisicamente e difamada pela suspeita que a xingou de “comissionadinha de merda” e ainda mandou a assessora estudar e parar de  “abrir as pernas para os deputados”.

Conforme o Boletim de ocorência mulher também causou alguns prejuízos no gabinete do deputado e danificou garrafas térmicas de café da recepção do gabinete. Embora a suspeita não tenha sido identificada, consta no relato do boletim de ocorrência que ela disse “ser auditora do Estado e que o esposo dela é delegado de Polícia”.

Segundo a denunciante, a acusada invadiu o gabinete por volta das 14h50 “e sem motivo nenhum passou a proferir agressões verbais com palavras de baixo calão contra a vítima, em seguida arremessou uma chave e depois agrediu fisicamente com puxões de cabelo”.

A vítima informa que é advogada, casada e moradora de um edifício no bairro Jardim das Américas, região nobre de Cuiabá.

Após atacar a assessora e a difamar, a desconhecida deixou o local e saiu pelos corredores ainda proferindo agressões verbais contra a vítima, o que chamou atenção de funcionários de outros gabinetes. “E aproveitando-se da situação conseguiu se evadir pelo teatro da Assembleia”.

Levando-se em conta que para adentrar nas dependências do Legislativo Estadual é preciso se identificar no hall de entrada fornecendo nome e número de documento para somente depois ter a passagem liberada nas catracas, a suspeita é que a mulher desconhecida tenha conseguido acessar o interior da Casa de Leis através do teatro, sem se identificar.

A assessora alvo do ataque garante “que não conhece e nunca viu a tal suspeita”, tanto que chegou a questioná-la, na frente de testemunhas, se a conhecida de algum lugar. A resposta foi negativa. O circuito interno de segurança da Assembleia Legislativa registrou imagens da suspeita que deverão ser utilizadas na tentativa de identificá-la para adoção das medidas cabíveis.