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Funcionários do Burger King pedem demissão em massa após trabalharem em condições precárias

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Diversos trabalhadores de uma das lojas Burger King pediram demissão em massa após más condições de trabalho. Os funcionários também colocaram um letreiro junto a marca pedindo desculpas aos clientes.

“Todos nós nos demitimos. Desculpe a inconveniência”, dizia o recado colocado pelos trabalhadores. Rachel Flores, gerente-geral da loja revelou que havia sobrecarga de trabalho porque a equipe era escalada pela metade a cada turno, trabalhavam dois ou três, quando deveriam ser entre cinco e sete colaboradores.

Além disso, havia ainda condições precárias para o trabalho, como a falta de ar condicionado na cozinha, que levou muitos funcionários a passarem mal. Dessa maneira, eles se reuniram e enviaram uma carta aos chefes da unidade se demitindo.

A empresa, porém, antecipou o desligamento dela depois do protesto registrado na placa da loja. Não se sabe se os demais trabalhadores também foram demitidos antes de prazo do aviso prévio.

Um porta-voz da rede Burguer King afirmou ter constatado que a referida loja não atua de acordo com os valores da marca e com isso, o franqueado já foi notificado para analisar a situação.

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Jornalista: Fabiane Serra

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Aluno de medicina fica em choque ao achar corpo de amigo em aula de anatomia

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Um aluno de medicina por nome de Enya Egbe, de 26 anos levou o maior susto de sua vida ao chegar na aula de anatomia e ver que o cadáver a ser estudado tratava-se de seu amigo Divine.

Enya entrou em choque e saiu correndo em pratos para fora da sala. Outros colegas o seguiram para ver o que se passava e o estudante explicou o fato.

Divine estava com duas perfurações de balas em seu peito. Havia chegado na faculdade como se fosse o corpo de um criminoso, como era de costume, na Nigéria, universidades aceitarem corpos de bandidos para estudarem.

Além da surpresa de ver o amigo morto, Enya sabia que aquele corpo não era de uma pessoa criminosa. Então ele ligou para os pais de seu amigo e comunicou o ocorrido. A família do cadáver informou que sabia que o filho havia sido preso após uma “noitada” (que ele havia saído para bebe com mais outros dois colegas), mas que já havia percorrido várias delegacias e não encontrava o filho.

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Egbe, ele ficou tão traumatizado ao ver o corpo do amigo que abandonou os estudos por semanas, imaginando Divine em pé ao lado da porta, sempre que tentava entrar na sala de anatomia. Ele se formou um ano depois de seus colegas de classe e agora trabalha em um laboratório.

A família de Divine conseguiu fazer com que alguns dos oficiais envolvidos no assassinato fossem demitidos — justiça que muitos consideram ser insuficiente, mas melhor do que a vivida por muitos outros nigerianos cujos entes queridos foram vítimas de violência policial e também podem ter acabado em escolas de Medicina em todo o país.

Jornalista: Fabiane Serra

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