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Japão passa a exigir exame negativo de covid-19 para entrada no país

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O Japão começou a solicitar que todos os viajantes vindos do exterior que desembarquem no país mostrem um atestado de que receberam resultado negativo para o coronavírus no período de 72 horas antes de terem deixado o local de origem.

A medida entrou em vigor hoje (13), após declaração de estado de emergência em Tóquio e três províncias vizinhas na semana passada. No Aeroporto de Narita, perto de Tóquio, autoridades já verificavam os resultados de testes de passageiros em desembarque e conduziam exames adicionais.

Os atestados devem, agora, ser apresentados por todos que entram no país, incluindo cidadãos japoneses e certas categorias de estudantes estrangeiros, que haviam sido excluídos da medida anteriormente.

Aos passageiros que não apresentarem os documentos será solicitado que fiquem de quarentena em acomodações designadas e realizem testes para o coronavírus no terceiro dia. Mesmo que o resultado seja negativo, a pessoa será requisitada a cumprir auto-isolamento em casa ou em outros locais por 14 dias contados a partir da data de chegada.

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Um executivo em retorno ao Japão de uma viagem de negócios para Cingapura disse que teve dificuldade em encontrar um hospital que disponibilizasse o atestado. Afirmou que, apesar de a medida ser um entrave, acredita que, ainda assim, ela é necessária.

Por NHK

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Mãe mata filho autista asfixiada por uma esponja de banho

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Olga Freeman confessou ter matado o próprio filho, de 10 anos, após sofrer um colapso mental durante o confinamento provocado pela pandemia de coronavírus. A mulher sofria de transtornos mentais e estaria passando por problemas para cuidar do filho de 10 anos, que tinha autismo, atraso no desenvolvimento neurológico global, miopia progressiva e dificuldades significativas de linguagem e comunicação, autoajuda e independência.

A criança foi encontrada asfixiada por uma esponja de banho em sua cama no bairro de Acton, em Londres, na Inglaterra. O assassinato ocorreu no dia 15 de agosto de 2020, mas a condenação só foi finalizada recentemente.

De acordo com informações do jornal The Mirror, Dylan, filho de Olga, precisava de cuidados 24 horas por dia e frequentara uma escola especial cinco dias por semana. Quando o confinamento começou no Reino Unido, por conta da pandemia de Covid-19, a escola da criança foi fechada, o que teria piorado a situação psicológica da mãe.

A sentença de homicídio culposo (com intenção de matar) foi dada durante uma audiência virtual em Old Bailey, em Londres. Após a audiência, a Polícia Metropolitana de Londres afirmou que Olga havia conversado com amigos sobre as dificuldades que estava enfrentando para cuidar do filho.

Dylan foi encontrado deitado de costas, coberto por um edredom com partes de uma esponja alojada em sua garganta. Um sutiã estava preso à boca da criança, que também tinha fita adesiva. À polícia, Olga disse que deu ao filho comprimidos de melatonina e usou o sutiã para prender a esponja na garganta do filho.

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Quando foi encontrado, o corpo do menino estava rodeado de brinquedos. Segundo a mãe, os objetos foram espalhados pela cama para “permitir que ele morresse com dignidade e bondade.”

Olga Freeman é casada com Dean Freeman, conhecido por fotografar celebridades. Ele tirou fotos para algumas das capas de álbuns mais icônicas dos Beatles, além de ter feito ensaios com as Spice Girls, David Beckham, Bradley Cooper e Emily Ratajkowski.

De acordo com sua advogada, Olga sofria de “doença depressiva com sintomas psicóticos” quando matou o próprio filho.

Conversas anteriores

Uma semana antes de cometer o crime, Olga teria falado a amigos que “seu trabalho” seria “sacrificar meu filho amado para criar um equilíbrio neste mundo.”

De acordo com o depoimento dado à polícia britânica, Olga teria assassinado o filho por volta da meia-noite do dia 15 de agosto. Poucas horas antes, às 22h, ela havia enviado uma mensagem de texto para uma amiga, Edita Surpickaja, dizendo: “Terminei. Onde você está?”.

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No dia seguinte, a amiga foi à casa de Olga e descobriu que a mulher havia reservado dois lugares em um vôo do Aeroporto Luton, em Londres, para Tel Aviv, em Israel. De acordo com a polícia, Olga disse à amiga que estaria recebendo “mensagens em sua cabeça”.

Quando chegou à casa de Olga, Surpickaja foi orientada a não entrar no quarto da criança. A mãe teria dito: “Fiz o que fiz. Precisamos ir à Jerusalém”. A amiga, então, escondeu o passaporte de Olga e gravou uma conversa na qual a mulher confirmava que havia matado o filho por “não ter outra escolha.”

Surpickaja conseguiu convencer Olga a se entregar. Ao chegarem à delegacia, Freeman teria anunciado, em voz alta: “Eu matei meu filho.”

Os policiais chegaram à casa de Freeman cerca de duas horas depois dela ter ido à delegacia para confessar o crime. O menino foi declarado morto no local e sua mãe foi presa cerca de uma hora depois.

Jane Bickerstaff QC, advogada de Olga, disse ao tribunal que “todos os psiquiatras concordaram” que a responsabilidade de sua cliente no momento do assassinato foi diminuída, já que ela estava sofrendo de uma “doença depressiva com sintomas psicóticos“.

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