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Mulher em surto é amarrada e amordaçada com fita adesiva após tentar abrir porta de avião; Veja vídeo

Há relatos de que a mulher teria atacado a tripulação e tentado abrir a porta da aeronave durante o voo

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Uma mulher foi filmada por uma das passageiras do voo 1774 da American Airlines, aparentemente desequilibrada, presa com fita adesiva a um assento do avião. O caso ocorreu na terça-feira (6/7) e rivalizou nas redes sociais (veja abaixo).

As imagens foram postadas no Tik Tok da usuária Arieana Mathena, quando ela deixava a aeronave, ao fim do voo de duas horas de Dallas-Fort Worth para Charlotte, nos Estados Unidos.

No trajeto dos passageiros até a saída é possível ouvir a mulher gritando “Vocês! Vocês! Vocês!”, enquanto os comissários de bordo acenavam calmamente com a cabeça, se despedindo das pessoas. Muito agitada, a mulher se contorcia com os braços aparentemente colados ao assento. A fita prateada também havia sido colada sobre a boca da passageira.

Segundo o jornal The Post, a mulher teria atacado a tripulação de voo e tentado abrir a porta da aeronave em pleno voo. O caos teria começado cerca de uma hora após o início da viagem, de acordo com o relato de Arieana Mathena.

A passageira conta que, por volta de 1h30 (horário local), comissários foram vistos correndo freneticamente e sussurrando entre eles. “A tripulação do avião começou a trancar banheiros, pegar sacolas de lixo e não disse o que estava acontecendo”, disse @lol.ariee.

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Por fim, o piloto falou pelo interfone, pedindo às pessoas que permanecessem em seus assentos e referindo-se a “uma situação ruim no avião”. Os gritos da mulher foram ouvidos na sequência.

Correria para conter passageira

Quando o avião estava prestes a pousar, uma comissária de bordo explicou que a mulher, com um aparente problema mental, “teve uma explosão e vontade de sair do avião”. “E ela estava dizendo: ‘Eu preciso sair deste avião’, e ela foi até as saídas e começou a bater nas portas, dizendo: ‘Você precisa me deixar sair deste avião!’”, afirmou.

Vários comissários foram necessários para conter a mulher, jogá-la ao chão e prendê-la com fita adesiva, depois que ela agrediu e mordeu um dele e tentou abrir a porta de embarque do avião.

A American Airlines confirmou o incidente, ao ressaltar que as medidas foram tomadas “para a segurança de outros clientes e da tripulação”. A equipe de emergência em solo de Charlotte levou a mulher a um hospital local, disse a companhia aérea, que a colocou na lista interna de proibição de voar da empresa aérea enquanto as investigações são feitas.

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Aluno de medicina fica em choque ao achar corpo de amigo em aula de anatomia

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Um aluno de medicina por nome de Enya Egbe, de 26 anos levou o maior susto de sua vida ao chegar na aula de anatomia e ver que o cadáver a ser estudado tratava-se de seu amigo Divine.

Enya entrou em choque e saiu correndo em pratos para fora da sala. Outros colegas o seguiram para ver o que se passava e o estudante explicou o fato.

Divine estava com duas perfurações de balas em seu peito. Havia chegado na faculdade como se fosse o corpo de um criminoso, como era de costume, na Nigéria, universidades aceitarem corpos de bandidos para estudarem.

Além da surpresa de ver o amigo morto, Enya sabia que aquele corpo não era de uma pessoa criminosa. Então ele ligou para os pais de seu amigo e comunicou o ocorrido. A família do cadáver informou que sabia que o filho havia sido preso após uma “noitada” (que ele havia saído para bebe com mais outros dois colegas), mas que já havia percorrido várias delegacias e não encontrava o filho.

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Egbe, ele ficou tão traumatizado ao ver o corpo do amigo que abandonou os estudos por semanas, imaginando Divine em pé ao lado da porta, sempre que tentava entrar na sala de anatomia. Ele se formou um ano depois de seus colegas de classe e agora trabalha em um laboratório.

A família de Divine conseguiu fazer com que alguns dos oficiais envolvidos no assassinato fossem demitidos — justiça que muitos consideram ser insuficiente, mas melhor do que a vivida por muitos outros nigerianos cujos entes queridos foram vítimas de violência policial e também podem ter acabado em escolas de Medicina em todo o país.

Jornalista: Fabiane Serra

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