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Acidente com carro de funerária mata motorista e cadáver ‘voa’ na pista; Veja vídeo:

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Neste último sábado (27), um grave acidente deixou uma mulher morta, o marido gravemente ferido e um corpo que estava sendo transportado exposto à margem da rodovia.

O acidente ocorreu na rodovia na BR-158, divisa do Pará com Mato Grosso entre uma carreta e um carro de funerária. A carreta ficou desgovernada ao descer um ‘barranco’ na lateral da pista. O motorista da carreta Bitrem teria invadido a contramão e batido violentamente contra o carro.

De acordo com as primeiras informações, no momento do acidente a mulher estaria conduzindo o carro da funerária, já que o marido, funcionário da Real Pax, teria passado mal a cerca de 20 minutos antes de o acidente acontecer.

O casal transportava o cadáver de um homem que foi assassinado em São José do Xingu na sexta-feira (26) para o estado de Tocantins, onde seria realizado os procedimentos fúnebres.

Devido ao impacto da batida, o carro da funerária ficou completamente destruído. Após o acidente, as vítimas sobreviventes, motorista do carro e do Bitrem foram encaminhadas a um hospital particular de Confresa (1.160 km da Capital).

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Presidente da AMM demonstra indignação com a CPI do Senado para investigar prefeitos

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O presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios- AMM, Neurilan Fraga, manifestou estar indignado com o anúncio da criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI pelo Senado Federal para investigar governadores e prefeitos, a pedido do presidente da República, Jair Bolsonaro.

Fraga questionou a legitimidade da iniciativa, que originalmente tinha o objetivo de apurar atos do governo federal na pandemia.  “Como podemos ter no Senado Federal, senadores que se prestam a esse tipo de serviço? Desse limão eles teriam que fazer uma limonada, criando uma outra CPI que investigasse os governadores e os prefeitos como forma de tirar o foco e enfraquecer a CPI da Covid?”, indagou.

Ele argumenta que se alguns governadores ou prefeitos cometeram crimes na utilização dos recursos públicos destinados ao combate à pandemia, caberá às Assembleias Legislativas e às Câmaras Municipais promoverem a fiscalização e até mesmo a instalação de CPIs, se o caso requerer esse tipo de investigação. “Além do mais, há órgãos de controle e fiscalização nas esferas municipal, estadual e federal”, assinalou, destacando que  os vereadores, os promotores de justiça, os deputados estaduais, os Tribunais de Contas dos Estados e da União, e a própria população, através dos diversos conselhos municipais, estão muitos atentos e acompanhado as gestões públicas nas suas diferentes esferas.

Neurilan ressalta que o que mais chama a atenção é que muitos senadores que assinaram o pedido de abertura da CPI utilizaram as redes sociais e a imprensa, na semana passada, para afirmar que não assinariam e que eram contrários à criação da comissão para investigar o governo federal na sua suposta omissão no combate à pandemia. “Muitos alegaram ser um momento impróprio, pois a investigação poderia ser usada com viés político. No entanto, num estalar de dedos, esses mesmos senadores, a pedido do governo federal, assinaram a criação de uma outra CPI para investigar governadores e prefeitos. A CPI para apurar responsabilidades do presidente da República era inoportuna, mas para investigar governadores e prefeitos é conveniente”, lamenta o presidente da AMM.  

Neurilan Fraga afirma que os prefeitos estão tranquilos com relação à aplicação dos recursos destinados ao combate à pandemia.  Ele frisa que todos os recursos recebidos de combate à covid-19 foram utilizados de forma lícita e nas finalidades pré-destinadas, “inclusive com a criação de um programa específico, onde a AMM deu todo o suporte técnico e contábil para evitar que algum prefeito pudesse cometer falhas ou mesmo erros administrativos”, explicou.

Fonte: AMM

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