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Ministro da Saúde detalha novas ações de enfrentamento à pandemia da Covid-19

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O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, apresentou nesta quinta-feira (25/02) novas ações de enfrentamento à pandemia da Covid-19 no Brasil. As medidas foram acordadas junto com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

“Estamos enfrentando uma nova etapa dessa pandemia. A velocidade com que a contaminação acontece em pontos focais pode surpreender o gestor em termos de estrutura de apoio. Nós precisamos estar alertas e preparados”, destacou o ministro

Reforçando que o Sistema Único de Saúde (SUS) é tripartite, Pazuello detalhou a articulação feita pelo Governo Federal com as gestões estaduais e municipais para combate à doença.

“Estamos anunciando três grandes ações para enfrentar essa nova etapa da pandemia: o atendimento imediato nas Unidades Básicas de Saúde, a estruturação da capacidade de leitos clínicos e de UTI e a vacinação”, afirmou.

Sobre a imunização dos brasileiros, o ministro reforçou que “nós teremos capacidade de vacinar a metade da população vacinável do país até a metade do ano. E a outra metade até o fim de 2021”.

O presidente do Conass, Carlos Eduardo de Oliveira Lula, destacou o esforço do Ministério da Saúde para garantir leitos de UTI em todo o Brasil: “A partir de agora, o pagamento será mensal, de acordo com o número de leitos habilitados. O Ministério da Saúde também assumiu o compromisso de pagamento dos leitos de janeiro e fevereiro”, disse.

Já o presidente do Conasems, Willames Freire Bezerra, pediu que a população siga tomando as medidas de higiene e de proteção para minimizar a transmissão do coronavírus.

“Vamos voltar a orientar a população localmente que precisamos isolar os contaminados, seguir os hábitos de higiene e proteção das nossas famílias e, acima de tudo, vacinar os grupos prioritários”, afirmou.

Fonte: AMM

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Presidente da AMM demonstra indignação com a CPI do Senado para investigar prefeitos

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O presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios- AMM, Neurilan Fraga, manifestou estar indignado com o anúncio da criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI pelo Senado Federal para investigar governadores e prefeitos, a pedido do presidente da República, Jair Bolsonaro.

Fraga questionou a legitimidade da iniciativa, que originalmente tinha o objetivo de apurar atos do governo federal na pandemia.  “Como podemos ter no Senado Federal, senadores que se prestam a esse tipo de serviço? Desse limão eles teriam que fazer uma limonada, criando uma outra CPI que investigasse os governadores e os prefeitos como forma de tirar o foco e enfraquecer a CPI da Covid?”, indagou.

Ele argumenta que se alguns governadores ou prefeitos cometeram crimes na utilização dos recursos públicos destinados ao combate à pandemia, caberá às Assembleias Legislativas e às Câmaras Municipais promoverem a fiscalização e até mesmo a instalação de CPIs, se o caso requerer esse tipo de investigação. “Além do mais, há órgãos de controle e fiscalização nas esferas municipal, estadual e federal”, assinalou, destacando que  os vereadores, os promotores de justiça, os deputados estaduais, os Tribunais de Contas dos Estados e da União, e a própria população, através dos diversos conselhos municipais, estão muitos atentos e acompanhado as gestões públicas nas suas diferentes esferas.

Neurilan ressalta que o que mais chama a atenção é que muitos senadores que assinaram o pedido de abertura da CPI utilizaram as redes sociais e a imprensa, na semana passada, para afirmar que não assinariam e que eram contrários à criação da comissão para investigar o governo federal na sua suposta omissão no combate à pandemia. “Muitos alegaram ser um momento impróprio, pois a investigação poderia ser usada com viés político. No entanto, num estalar de dedos, esses mesmos senadores, a pedido do governo federal, assinaram a criação de uma outra CPI para investigar governadores e prefeitos. A CPI para apurar responsabilidades do presidente da República era inoportuna, mas para investigar governadores e prefeitos é conveniente”, lamenta o presidente da AMM.  

Neurilan Fraga afirma que os prefeitos estão tranquilos com relação à aplicação dos recursos destinados ao combate à pandemia.  Ele frisa que todos os recursos recebidos de combate à covid-19 foram utilizados de forma lícita e nas finalidades pré-destinadas, “inclusive com a criação de um programa específico, onde a AMM deu todo o suporte técnico e contábil para evitar que algum prefeito pudesse cometer falhas ou mesmo erros administrativos”, explicou.

Fonte: AMM

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