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Gaeco denuncia 18 pessoas por esquema de falsificação de diplomas; VEJA LISTA

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Dezoito pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), pelos crimes de constituição de organização criminosa, estelionato, falsidade ideológica e falsificação de documentos públicos.

A denúncia, que possui 408 páginas, é resultado da Operação Zircônia, que apurou fraudes na emissão de diplomas e históricos escolares falsos emitidos por instituições de ensino superior.

De acordo com a denúncia, a investigação teve início em 2019 após representação protocolada pelo vice-reitor de um estabelecimento de ensino superior noticiando a ocorrência de diversos atos ilícitos envolvendo o nome da sua instituição.

Na ocasião, o Gaeco foi informado de que alguns órgãos pertencentes à Administração Pública de Mato Grosso haviam questionado a autenticidade de documentos que supostamente teriam sido emitidos pela instituição de ensino denunciante.

Segundo o Gaeco, durante as investigações foi constatado que o grupo criminoso criou as instituições Polieduca, MC Educacional e Poliensino, que sequer eram devidamente credenciadas pelo Ministério da Educação, para cometimento reiterado de crimes de estelionato por meio do oferecimento, matrícula e realização de cursos superiores. As três unidades operavam no mesmo local, em Cuiabá.

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“O foco de atuação dessas empresas era a oferta de cursos de nível superior, atrativos a eventuais interessados, uma vez que poderiam obter diploma de titulação de nível superior a ser utilizado para fins de pontuação em concursos públicos e/ou progressões de nível funcional junto a órgãos da Administração Pública”, revela a denúncia.

Conforme o Gaeco, embora admitissem alunos para cursos irregularmente oferecidos em seus nomes, ao final os alunos recebiam diplomas, históricos escolares e atestados de conclusão expedidos em nome de outras instituições, jamais frequentadas ou de conhecimento dos alunos, denominadas “parceiras”.

“Os cursos oferecidos pelas instituições utilizadas pela organização criminosa, dada a sua irregularidade, se tratavam, em verdade, de pseudocursos, montados para incutir e sustentar o engodo das suas atividades junto aos alunos que se matriculavam, os quais acreditavam que poderiam obter certificações superiores válidas, decorrentes da conclusão dos referidos cursos”, explicou o Gaeco.

ESTRUTURA – A organização criminosa, conforme apurado, era composta por três núcleos: o dos proprietários/responsáveis pelas três instituições utilizadas no esquema; o de apoio e o de captação fraudulenta de alunos e recebimento das correspondentes mensalidades.

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Na denúncia, o Gaeco apresenta 87 fatos com depoimentos de alunos e descrição da conduta dos envolvidos. Fora denunciados Denilton Péricles Araújo, Maria Madalena Carniello, Victor Hugo Carniello Delgado, Clenilson Cassio da Silva, José Elivar Andrade, Walter Gonçalves da Silva, Terezinha de Lourdes Carniello, Solange Rodrigues Conceição, Ana Rita Viana Gomes, Elizabeth de Souza Freitas Pajanoti, Maria Socorro Carneiro Geraldes dos Reis, José Alves dos Reis Neto, Bárbara Monique Araújo, Gilberto Louzada de Matos, Nágila Carline Teixeira de Araújo, Marcos Diego de Almeida Gonçalves, Luana Cristina Araújo Delgado e Fabrício Fernando Senger Delgado.

 

Por: Clênia Goreth

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Ex-jogador que foi sequestrado e morto, morreu por ordem de facção por “dar em cima” de mulheres casadas em MT

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Dois suspeitos de ter executado o jogador de futebol, Willian Santana, de 21 anos foram presos nesta sexta-feira (17),  e logo após. foi descoberto o corpo do jogador em uma região de mata as proximidades do rio 15, às margens da BR-163, no município de Sinop (489 km de Cuiabá).

Os suspeitos do homicídio são membros de uma organização criminosa e disseram à polícia que o crime foi uma ordem da facção.

O motivo é que a vítima estava “dando em cima” de mulheres casadas.

Os suspeitos disseram ainda que o jogador havia sido avisado dos riscos que corria.

O tenente-coronel Pedro, que atendeu a ocorrência, disse que, segundo os envolvidos, houve uma determinação para que tirassem a vida da vítima, que já havia sido advertida quanto à conduta.

“A Polícia Militar já repassou essas informações para a Polícia Civil para que as investigações os levem até aos demais envolvidos e essas pessoas sejam presas”, destacou o militar.

Dois homens foram detidos. Entre eles, um menor de idade e um ex-presidiário que estava sendo monitorado por tornozeleira eletrônica.

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Segundo a PM, as equipes receberam informações da agência regional de inteligência e confirmaram que um dos suspeitos esteve nas proximidades da residência da vítima. Após iniciar as diligências, os militares conseguiram chegar até os dois suspeitos que participaram do homicídio. Posteriormente, conseguiram localizar o corpo.

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) já iniciou os procedimentos para analisar as circunstâncias de como ocorreu a morte de Willian. O corpo dele foi levado ao Instituto Médico Legal (IML).

O jovem era ex-zagueiro do Sinop Futebol Clube, e havia sido sequestrado, na noite de quinta-feira (16), em uma residência, nas proximidades do bairro Residencial Jequitibás.

 

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