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“Viúva negra” é condenada a 44 anos de prisão em MT

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Júri viúva negra
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Após três dias de julgamento pelo Tribunal do Júri da comarca de Sinop (a 500km de Cuiabá), Cleia Rosa dos Santos Bueno foi condenada a 44 anos e nove meses de reclusão pelas mortes do marido Jandirlei Alves Bueno e do amante Adriano Gino, e ocultação de cadáver da segunda vítima. Os réus Adriano dos Santos e José Graciliano dos Santos também foram condenados pela morte e ocultação de cadáver de Adriano Gino, a 13 anos e seis meses e 16 anos, sete meses e 15 dias, respectivamente. A sessão de júri ocorreu de 28 a 30 de julho.

Conforme a denúncia oferecida pelo Ministério Público de Mato Grosso, em outubro de 2016, a mando de Cleia Rosa Bueno, Adriano Gino e outro indivíduo não identificado mataram Jandirlei Bueno com golpes de faca. Em dezembro de 2017, também a mando de Cleia Rosa Bueno que pretendia ocultar o crime anterior, Adriano dos Santos e José Graciliano dos Santos mataram Adriano Gino com golpes de enxada.

Segundo apurado durante as investigações, o casal Cleia Rosa e Jandirlei passava por uma crise conjugal quando ela facilitou a entrada do amante em casa para assassinar o marido, simulando um latrocínio. O crime foi praticado por motivo fútil, mediante recurso que dificultou a defesa da vítima e meio cruel.

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Após o falecimento do marido, Cleia Rosa e Adriano Gino passaram a morar juntos e, após alguns meses, a relação estremeceu e ele passou a ameaçá-la em caso de separação. Assim, tempos depois ela dopou o companheiro e acionou Adriano dos Santos e José Graciliano para matá-lo enquanto dormia. O primeiro deu guarida à empreitada enquanto o segundo desferiu os golpes. Por fim, enrolaram o corpo da vítima em um edredom e o levaram até uma região de mata distante, onde atearam fogo e enterram-no em uma cova rasa.

O cadáver somente foi encontrado após a prisão dos acusados. Quanto aos denunciados Adriano e José Graciliano verifica-se que o crime foi cometido mediante promessa de recompensa. Com relação à Cleia Rosa, verifica-se que o delito foi praticado visando assegurar a impunidade quanto ao homicídio anterior. Além disso, o assassinato foi cometido com emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.

Aos condenados foi negado o direito de recorrer em liberdade e mantida a prisão preventiva. Atuaram no júri os promotores de Justiça Carina Sfredo Dalmolin, de Sinop, e Luiz Fernando Rossi Pipino, de Sorriso.

 

Da Redação

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Ex-jogador que foi sequestrado e morto, morreu por ordem de facção por “dar em cima” de mulheres casadas em MT

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Dois suspeitos de ter executado o jogador de futebol, Willian Santana, de 21 anos foram presos nesta sexta-feira (17),  e logo após. foi descoberto o corpo do jogador em uma região de mata as proximidades do rio 15, às margens da BR-163, no município de Sinop (489 km de Cuiabá).

Os suspeitos do homicídio são membros de uma organização criminosa e disseram à polícia que o crime foi uma ordem da facção.

O motivo é que a vítima estava “dando em cima” de mulheres casadas.

Os suspeitos disseram ainda que o jogador havia sido avisado dos riscos que corria.

O tenente-coronel Pedro, que atendeu a ocorrência, disse que, segundo os envolvidos, houve uma determinação para que tirassem a vida da vítima, que já havia sido advertida quanto à conduta.

“A Polícia Militar já repassou essas informações para a Polícia Civil para que as investigações os levem até aos demais envolvidos e essas pessoas sejam presas”, destacou o militar.

Dois homens foram detidos. Entre eles, um menor de idade e um ex-presidiário que estava sendo monitorado por tornozeleira eletrônica.

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Segundo a PM, as equipes receberam informações da agência regional de inteligência e confirmaram que um dos suspeitos esteve nas proximidades da residência da vítima. Após iniciar as diligências, os militares conseguiram chegar até os dois suspeitos que participaram do homicídio. Posteriormente, conseguiram localizar o corpo.

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) já iniciou os procedimentos para analisar as circunstâncias de como ocorreu a morte de Willian. O corpo dele foi levado ao Instituto Médico Legal (IML).

O jovem era ex-zagueiro do Sinop Futebol Clube, e havia sido sequestrado, na noite de quinta-feira (16), em uma residência, nas proximidades do bairro Residencial Jequitibás.

 

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