Política MT

Geólogo e Engenheiro Mecânico tomam posse como conselheiros federais

Publicados

em

image_pdfimage_print

O geólogo Mário Cavalcanti e o engenheiro mecânico, Sebastião Weis tomaram  posse na sede do Plenário do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Confea)  em Brasília (DF),  quarta-feira, 17 de novembro durante a  Sessão Plenária nº 1584.  Mário como conselheiro titular federal e Sebastião suplente. Ambos representam o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-MT), no Confea.

A eleição    foi realizada na última quinta-feira, 11 de novembro. Além de Mato Grosso também elegeu representantes dos estados de Mato Grosso do Sul, Piauí, Roraima e Santa Catarina e das Instituições de Ensino, grupo Agronomia, integração que completa ao universo digital por meio de sua primeira eleição virtual, tão ansiada por todos os profissionais. Durante todo o dia, o processo eleitoral envolveu milhares de profissionais aptos a votar, sem quaisquer intercorrências.

Durante a reunião plenária, o presidente do Confea  Joel Krüger tratou do significado da primeira eleição via internet do Sistema Confea/Crea. Diante de presidentes de conselhos regionais, integrantes da diretoria da Mútua, caixa de assistência, de representantes dos Colégios de Presidentes de Creas (CP), e de Entidades Nacionais (Cden), e dos convidados, os presidentes da Federação Nacional dos Tecnólogos (FNT), José Gomes de Andrade, e do Sindicato dos Tecnólogos de São Paulo, Pedro Alves de Souza, Joel Krüger afirmou: “a primeira votação via internet registra um momento histórico do Sistema Confea/Crea e Mútua. Tema debatido há anos, que passou por discussão, debate e votações em inúmeros Congressos Nacionais de Profissionais (CNPs), em plenárias, em reuniões do CP, e o plenário de 2021 assumiu a regulamentação da votação via internet”.

Leia Também:  Câmara aprova o projeto que prevê ajuda de R$ 500 para carroceiros e trabalhadores do aterro sanitário

Joel falou destacou e agradeceu a atuação da Superintendência de Estratégia e Gestão (SEG) e da Gerência de Tecnologia da Informação (GTI), lembrou que empresas foram licitadas e contratadas, uma para executar o processo eleitoral e outra para auditar, e informou que “não houve qualquer intercorrência em todo o transcorrer das etapas do processo, aberto para um universo de 62 mil profissionais, somados os registrados nos Creas de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Piauí, Roraima e Santa Catarina, onde as eleições foram realizadas para eleger representantes das modalidades de Civil, Industrial, Agronomia e Elétrica”. Para completar a renovação de 1/3 do plenário federal, também foram eleitos os representantes das Instituições de Ensino Superior (IES) de Agronomia.

Além de parabenizar o trabalho da Comissão Eleitoral Federal (CEF), Krüger agradeceu o apoio de todos os fóruns que compõem o Sistema Confea/Crea. Para ele, o plenário de 2021 deixou registrado o início do processo eleitoral pela internet que, com certeza, permanecerá daqui para frente. “Em 2023, teremos as eleições gerais para presidentes dos Creas e do Confea, para conselheiros federais, diretores regionais da Mútua, todas serão pela internet”.

Homologação e posse

Com inversão de pauta, a homologação do resultado das eleições realizadas no dia 11 foi aprovada ainda pela manhã e foi acompanhada pelo representante do CP, eng. agr. Raimundo Ulisses; pelos presidentes dos Creas do Rio Grande do Norte, eng. civ. Ana Adalgisa Paulino; de Sergipe, eng. civ. Jorge Silveira; do DF, eng. civ. Fátima Có; pelo coordenador do Colégio de Entidades Nacionais (Cden), eng. mec.  Marco Aurélio Cândia Braga; pelos presidentes da FNT, José Gomes de Andrade, e do Sindicato dos Tecnólogos de São Paulo, Pedro Alves de Souza.

Leia Também:  Prefeito vai na contramão de decreto de Cuiabá e anuncia festa de Réveillon com show da banda AraKetu

Homologação dos nomes dos conselheiros eleitos

Conselheiro titular Conselheiro suplente Grupo/Modalidade UF
Domingos Sahib Neto Vinicius Ribeiro – Civil MS

 

Mário Cavalcanti Sebastião Weis Industrial MT

 

Francisco Lira Alan Michel Agronomia PI
Lucas Carneiro Marcelo Chaves Industrial RR
Evânio Nicoleit André Grigolo Engenharia Elétrica SC
Luiz Lucchesi José Barbosa Instituições de Ensino Superior de Agronomia

 Conselheiros federais empossados

 A presidente do Crea-MS, Vânia Melo, acompanhou a assinatura dos temos de posse dos conselheiros federais e conterrâneos eng. civ. Domingos Sahib Neto e eng. civ. Vinicius Ribeiro. Já o presidente do Crea-PI, eng. civ. Raimundo Ulysses, acompanhou o termo de posse do eng. agr. Francisco Lira e do eng. agr. Alan Michel, representantes do estado do Piauí. Por sua vez, o conselheiro eng. mec. Carlos Laet acompanhou a posse do mais novo conselheiro do Sistema, Francisco Lucas Carneiro (RR), de 27 anos. A assinatura do termo de posse dos conselheiros eng. eletric. Evânio Nicoleit e eng. eletric. André Grigolo foi acompanhada pelo ex-conselheiro eng. agr. Evandro Martins. Também tomaram posse o geol. Mário Cavalcanti e o eng. amb. Sebastião Weis, ambos de Mato Grosso.

FOTOS:

Cristina Cavaleiro/ Gerência de Relações Públicas, Marketing e Parlamentar (GEMAR) com assessoria do Confea, Fotos: Rennan Kawahara e Confea

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política MT

MP aciona ex-prefeito por improbidade administrativa

Publicados

em

image_pdfimage_print

A 1ª Promotoria de Justiça Cível de São José do Rio Claro (a 315km de Cuiabá) ajuizou Ação Civil Pública (ACP) pela prática de atos de improbidade administrativa contra o ex-prefeito do município Natanael Casavechia e a Cooperativa de Trabalho dos Prestadores de Serviços de Sorriso (Coopserv’s), por irregularidades existentes nas contratações e também por fraudes verificadas na execução dos respectivos contratos entre as partes. O Ministério Público requereu a condenação do ex-gestor, da cooperativa e de outros cinco acionados às sanções previstas em lei, inclusive ao ressarcimento ao erário em valor que ultrapassa R$ 3 milhões, que consiste no quanto foi pago à pessoa jurídica em decorrência das contratações ilegais, bem como ao pagamento de dano moral coletivo em valor não inferior a R$ 100 mil para cada um deles.

Também são requeridos na ação a ex-secretária municipal de Administração, Sandra Franco Casavechia, o ex-secretário municipal de Indústria e Comércio, Antônio Aécio Lemes Dourado, a ex-secretária de Finanças e atual contadora do Município, Regiane da Silva Santos, o presidente da cooperativa, Edmar Corrêa e o diretor da Coopserv’s, Milton Cardoso Brito. Conforme a ACP, os acionados praticaram atos de improbidade administrativa que importam em enriquecimento ilícito, dano ao erário e que atentaram contra os princípios da Administração Pública.

Narra a ação que “apesar de ter sido realizado concurso público para o provimento de vários cargos municipais, cujos aprovados poderiam ter sido nomeados e convocados para as respectivas funções públicas (até porque vários concorrentes permaneceram em cadastro de reserva), foi efetivada a contratação da empresa Cooperativa de Trabalho dos Prestadores de Serviços de Sorriso que (…) responsabilizou-se pelo fornecimento de mão de obra para atendimento das necessidades das Secretarias de Administração, Promoção e Assistência Social, Saúde e Saneamento, Educação e Cultura, Infraestrutura e Secretaria de Agricultura do Município”.

Leia Também:  MP aciona ex-prefeito por improbidade administrativa

Segundo promotor de Justiça Luiz Eduardo Martins Jacob Filho, a acionada Cooperativa de Trabalho dos Prestadores de Serviços de Sorriso passou a ser a responsável pela contratação de pessoas físicas visando o fornecimento de vários serviços, os quais eram inerentes à máquina administrativa. “Acontece que os termos de referência firmados desconsideraram por completo o regramento legal vigente e simplesmente ‘terceirizaram’ cargos de natureza eminentemente permanente, embora já existissem candidatos aprovados e aptos para desenvolver tais funções”, afirmou o promotor, reforçando que o acesso a cargos e empregos públicos deve se dar por meio de concurso público, conforme dispõe o artigo 37 da Constituição Federal.

Além disso, em sede de auditoria interna foram constatadas diversas irregularidades na execução destes contratos pactuados com a cooperativa, das quais se infere o conluio entre os requeridos, como a ausência de nomeação de fiscal da contratação; o descumprimento dos termos contratuais firmados; a ausência de controle de horas trabalhadas e a consequente caracterização de relação trabalhista; a exacerbada carga horária supostamente trabalhada pelos contratados, cujos lançamentos tinham o escopo de desviar dinheiro; a total desvinculação fática da documentação apresentada pela empresa ré para indicar os serviços prestados e o consequente valor devido pelo município; o pagamento parcial dos valores discriminados pela empresa acionada; a contratação de cargos diversos daqueles constantes nos termos contratuais; e ausência de recolhimento de impostos.

Leia Também:  Câmara aprova o projeto que prevê ajuda de R$ 500 para carroceiros e trabalhadores do aterro sanitário

Para Luiz Eduardo Jacob Filho, através deste esquema, a gestão do requerido Natanael Casavechia alcançou os objetivos ímprobos de “diminuição ilícita de gastos de folha de pagamento de pessoal”, uma vez que candidatos aprovados em concurso público não foram empossados, e sim substituídos pelos prestadores de serviços da cooperativa; “subtração de dinheiro dos cofres municipais” por meio do desvio reiterado de verba pública; “escolha, a dedo, das pessoas que seriam contratadas como prestadores de serviços”, beneficiando indicações dos envolvidos, inclusive em ano eleitoral no qual o ex-gestor foi candidato à reeleição; e “enriquecimento ilícito da cooperativa e seus responsáveis legais”, que foram agraciados pelo esquema ímprobo mediante a contratação ilegal e as vantagens ilícitas percebidas.

 

Da Redação

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

VÍDEO INSTITUCIONAL

Beth`s Grill Restaurante

VÍDEO INSTITUCIONAL

VÍDEO INSTITUCIONAL

POLÍTICA MT

POLICIAL

MATO GROSSO

MUNICÍPIOS

MAIS LIDAS DA SEMANA