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Juca define mais quatro nomes para compor secretariado

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Para compor a equipe que vai trabalhar na administração da Câmara Municipal de Cuiabá neste biênio (2021/2022), o presidente Juca do Guaraná Filho (MDB) já escolheu sete nomes para conduzir as secretarias, de um total de nove.

Cinco nomes já haviam sido anunciados pelo presidente: o advogado André Pozetti para Procurador Geral o advogado Leonardo Pio Arnuti para Secretaria Geral o professor Bolanger José de Almeida para Secretaria de Administração Bárbara Helena de Noronha continua respondendo pela Secretaria de Gestão de Pessoal.

Desta vez, o presidente anunciou o coronel PM, Edson Leite para o comando da Secretaria de Patrimônio e Manutenção. A jornalista Elisângela Tenório foi nomeada para assumir a Secretaria de Comunicação, cargo que ocupou no biênio 2017/2018 e no seguinte, 2019/2020 respondeu pela coordenadoria de mídia.

O Gabinete da Presidência vai ficar sob a responsabilidade de Eliezer Júnior.

Juca optou pela continuidade e garantiu a permanência de Eronides da Luz, o Nona, na Secretaria de Apoio Legislativo. A secretária de Gestão Pessoal, neste começo de ano, fica interinamente na Secretaria de Gestão Orçamentária e Financeira.

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Ainda falta definir os gestores que ocuparam as Secretarias de Transparência e Controle Interno e Gestão Orçamentária e Financeira. O presidente explica que a Câmara tem nove secretarias e que escuta os demais pares para definir os próximos nomes.

 

Por Assessoria de Imprensa 

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3 procuradores são citados em CPI por pagamento irregular a 40 membros do MP

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Um relatório da Comissão Parlamentar de Inquerido (CPI) das Cartas de Crédito do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), apontam que os procuradores Paulo Prado, Marcelo Ferra e Hélio Faust, são responsáveis por pagamento irregular de mais de R$ 73 milhões a membros do MP.

De acordo com informações do relatório, veiculadas nesta manhã no Jornal A Gazeta, os próprios procuradores teriam admitido à CPI ter feito o pagamento das verbas ilegais sem qualquer controle. Dois deles, inclusive, ainda aparecem na lista com os dez membros beneficiados com os valores mais altos.

O primeiro da lista é o procurador Hélio Faust com recebimento de R$ 587 mil (mais de R$ 2,2 milhões, em valores atualizados) de cartas precatórias, seguido por Paulo Prado R$ 510 mil (R$ 1,9 milhão).

Além disso, 38 procuradores e promotores do MP ainda fazem parte dessa lista que tem, inclusive, o nome do procurador-geral de Justiça, José Antônio Borges, o atual chefe do órgão de controle.

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Dessa forma e com base nos relatórios técnicos do Tribunal de Contas do Estado (TCE) que realizou na auditoria feita nas cartas, a CPI imputaria aos três a prática de atos ilícitos como improbidade administrativa, enriquecimento ilícito, vantagem patrimonial ilícita e tráfico de influência.

A denúncia que teria levado a AL a instaurar a CPI das Cartas de Crédito foi citada pelo ex-secretário Eder Moraes em depoimento à CPI das Obras da Copa, no ano de 2017. Eder apontou que a existência de irregularidades nas cartas de crédito que foram emitidas a título de compensação de recursos financeiros provenientes de direitos trabalhistas aos membros do MP.

As cartas de crédito foram emitidas a cerca de 40 membros do MPE na gestão do ex-governador Silval Barbosa (PMDB).

Da Redação

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