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445 pessoas vão para fim da fila por recusar marca de vacina em São Paulo

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445 pessoas vão para o fim da fila por recusar marca de vacina em São Paulo
Reprodução: iG Minas Gerais

445 pessoas vão para o fim da fila por recusar marca de vacina em São Paulo


A prefeitura de São Paulo registrou 445 recusas da vacina contra o coronavírus até a manhã desta terça-feira (3). Elas assinaram um termo porque não aceitaram a marca de imunizante disponível no momento e, por isso,  passaram para o fim da fila da vacinação.

A medida, adotada para coibir a escolha da marca de vacina, entrou em vigor na terça-feira (27)  da semana passada, a partir de uma lei aprovada pela Câmara Municipal e sancionada pelo prefeito Ricardo Nunes. Assim, quem recusar a imunização ao ser informado sobre o fabricante da vacina só terá novamente a oportunidade de receber a dose quando todo o cronograma municipal de vacinação for concluído.

São abertas exceções apenas para gestantes e puérperas [que tiveram filhos recentemente] e para aqueles que tiverem comorbidade comprovada por recomendação médica.A Secretaria Municipal de Saúde informou que as equipes buscam acolher e orientar as pessoas que tentam recusar a vacina, de modo a mostrar a importância da imunização. Na abordagem, são explicados os riscos de não se vacinar e que a eficácia de todas as marcas de imunizante usadas na campanha é semelhante.

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Fonte: IG SAÚDE

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Baixa adesão à vacina ameaça controle de doenças como sarampo e poliomielite

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Número de vacinados diminui e ameaça controle de doenças como sarampo e poliomielite
Reprodução/Agência Estadual de Notícias

Número de vacinados diminui e ameaça controle de doenças como sarampo e poliomielite

Enquanto a imunização brasileira contra a Covid-19 avança a plenos pulmões — por volta de 67% da população já tomou ao menos uma dose —  as  outras vacinas previstas no Programa Nacional de Imunizações (PNI) enfrentam maior dificuldade de chegar aos braços dos grupos elegíveis.

Os dados mais amplos disponíveis no portal do Ministério da Saúde mostram que praticamente todas as vacinas disponibilizadas pelo PNI, sobretudo as que combatem doenças como sarampo, tuberculose e poliomielite, antes controladas, tiveram uma importante queda de adesão em 2020.

Entram como exceção a DTP (difteria, tétano e coqueluche), a pentavalente (difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e contra a bactéria haemophilus influenzae tipo B, que desencadeia infecções no nariz, meninge e na garganta.), além da hepatite B, dada após os 30 dias de vida.


Ainda que, é claro, a pandemia e suas necessárias quarentenas tenham causado impacto na decisão da população em buscar as doses, o abandono da vacinação por parte dos brasileiros figura como tendência em gradual aumento desde 2016. E que não aparenta estar próxima de ser solucionada, dizem os especialistas em imunização.

Fonte: IG SAÚDE

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