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Agência dos EUA vai autorizar vacina da Pfizer para adolescentes de 12 a 15 anos

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Agência dos EUA vai autorizar vacina da Pfizer para adolescentes de 12 a 15 anos
Patrick T. Fallon/Divulgação

Agência dos EUA vai autorizar vacina da Pfizer para adolescentes de 12 a 15 anos

A Agência de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês) está se preparando para autorizar o uso da vacina Pfizer-BioNTech contra a Covid-19 em adolescentes de 12 a 15 anos até o início da semana que vem, de acordo com autoridades federais familiarizadas com os planos da agência, informa o jornal The New York Times.

A notícia é muito esperada: os pais ansiosos estão contando as semanas desde que a Pfizer anunciou os resultados de seu ensaio em adolescentes, mostrando que a vacina é pelo menos tão eficaz nessa faixa etária quanto em adultos. A vacinação de crianças também é fundamental para aumentar o nível de imunidade da população e reduzir o número de hospitalizações e mortes.

A autorização pode vir no final desta semana, de acordo com as autoridades federais, que não deram seus nomes porque não estavam autorizadas a falar publicamente. Se for concedido, o painel consultivo de vacinas do Centro de Controle e Prevenção de Doenças provavelmente se reunirá no dia seguinte para revisar os dados do ensaio clínico e fazer recomendações para o uso da vacina em adolescentes.

A Pfizer informou há várias semanas que nenhum dos adolescentes no ensaio clínico que recebeu a vacina desenvolveu infecções sintomáticas, um sinal de proteção significativa. A empresa anunciou no final de março que os voluntários produziram fortes respostas de anticorpos e experimentaram os mesmos efeitos colaterais observados em pessoas com idades entre 16 e 25 anos.

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Stephanie Caccomo, porta-voz da FDA, disse que não poderia comentar sobre o momento da mudança da agência.

“Podemos garantir ao público que estamos trabalhando para revisar essa solicitação da maneira mais rápida e transparente possível”, disse ela.

Mais de 100 milhões de adultos do país já foram totalmente vacinados. Mas a autorização chegaria no meio de um esforço delicado e complexo para atingir os 44% dos adultos que até agora hesitaram em tomar uma injeção ou não tiveram acesso a ela.

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Com grande parte do mundo clamando por um suprimento excessivo de vacinas feitas nos EUA, o uso da injeção Pfizer-BioNTech em adolescentes também pode levantar questões sobre se o suprimento deve ser direcionado a uma faixa etária que até agora parece estar praticamente livre de um surto severo da Covid-19.

“Acho que precisamos ter uma conversa nacional e global sobre a ética de nossas crianças vacinadas que apresentam baixo risco de complicações sérias do vírus quando não há vacinas suficientes no mundo para proteger adultos de alto risco de morrer”, disse Jennifer Nuzzo, epidemiologista do Johns Hopkins Center for Health Security.

O presidente Biden está sob pressão crescente para dar parte do suprimento de vacinas do país, e mesmo dentro do governo alguns funcionários pediram uma rápida decisão sobre o número de imunizantes necessários, para evitar que as doses expirem ou que elas sejam enviadas para os estados, mas não usadas.

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O governo comprou 700 milhões de doses de três vacinas autorizadas pela FDA para serem entregues antes do final de julho — muito além do que seria necessário para cobrir todos os americanos.

O suprimento atual de vacinas do país é substancial. Na segunda-feira, cerca de 65 milhões de doses foram entregues, mas não administradas, incluindo 31 milhões da vacina da Pfizer-BioNTech, quase 25 milhões de doses da Moderna e 10 milhões da Johnson & Johnson, de acordo com dados coletados pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças. As vacinas da Pfizer e da Moderna requerem duas doses.

Dezenas de milhões de doses da Pfizer-BioNTech — no valor de cerca de três semanas, de acordo com um funcionário federal — foram fabricadas e estão em vários estágios de preparação, aguardando os testes finais antes de serem enviadas.

A Moderna espera resultados em breve de seu próprio ensaio clínico envolvendo adolescentes de 12 a 17 anos, seguidos de resultados para crianças de 6 meses a 12 anos no segundo semestre deste ano.

Fonte: IG SAÚDE

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Brasil registra mais de mil mortes por Covid-19 neste domingo (16)

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Brasil registra mais de mil mortes por Covid-19 neste domingo (16)
Fusion Medical Animation/Unsplash

Brasil registra mais de mil mortes por Covid-19 neste domingo (16)

O Brasil registrou mais de mil mortes causadas pela Covid-19 em 24 horas. Neste domingo (1), o país registrou 1.036 mortes pela doença, segundo o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

Além disso, foram mais 40.941 novas infecções nas últimas 24 horas. Com a atualização, o Brasil chegou ao número de 435.751 mortes pela Covid-19. Já o número de infectados está em 15.627.475.

Já são 116 dias seguidos no Brasil com a média de mortes acima da marca de mil e 59 dias com essa média acima dos 1.900 mil mortos por dia. Neste domingo (16), a média ficou em 1.916.

O ranking de estados com mais mortes pela Covid-19 é liderado por São Paulo (104.219), Rio de Janeiro (48.006) e Minas Gerais (37.508). As unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (1.571), Amapá (1.615) e Acre (1.614).

Em relação aos casos confirmados, São Paulo também lidera, com mais de 3 milhões de casos. Minas Gerais, com 1,4 milhão, e Rio Grande do Sul, com pouco mais de 1 milhão de casos, aparecem na sequência. O estado com menos casos de Covid-19 é o Acre, com 80.399, seguido por Roraima (100.000) e Amapá (109.070).

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A contagem de casos realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.

Desde o início de junho, o Conass divulga os números da pandemia da Covid-19 por conta de uma confusão com os dados do Ministério da Saúde. As informações dos secretários de saúde servem como base para a tabela oficial do governo, mas são publicadas cerca de uma hora antes.

Fonte: IG SAÚDE

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