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Áustria discute adotar lockdown apenas para quem não se vacinar

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Áustria discute adotar lockdown apenas para quem não se vacinar
Reprodução: iG Minas Gerais

Áustria discute adotar lockdown apenas para quem não se vacinar

O governo da Áustria afirmou no último sábado (23) que um eventual  lockdown por causa da pandemia de Covid-19 vai atingir apenas pessoas que não tenham se vacinado contra o novo coronavírus. A medida mira estimular a imunização de pessoas que ainda mostram insegurança sobre as vacinas, o que deixa uma brecha para o surgimento de focos de contágio.

“Ainda não enxergamos a pandemia no retrovisor e estamos nos encaminhando para uma pandemia dos não vacinados”, disse o chanceler austríaco, Alexander Schallenberg, que assumiu o comando do governo em 11 de outubro.

“Deve ficar claro para os não vacinados que eles não são responsáveis apenas por sua saúde, mas também pela dos outros. Não é admissível que o sistema sanitário fique sobrecarregado por culpa de indecisos”, acrescentou.

Quando a Áustria atingir a marca de 500 leitos de UTI ocupados por pacientes com Covid – cifra que está hoje em 224 -, os não vacinados não poderão entrar em bares, restaurantes, eventos culturais e estruturas esportivas. Já com 600 leitos ocupados, esse grupo só poderá sair de casa para trabalhar ou por motivos emergenciais.

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De acordo com o portal Our World in Data, 65% da população austríaca está totalmente vacinada contra a Covid, número menor que os das vizinhas Itália (77%) e Alemanha (68%), por exemplo.

A Áustria vive um momento de alta nos casos do novo coronavírus e exigirá, a partir de 1º de novembro, passaporte sanitário de vacinação, cura ou teste negativo em todos os locais de trabalho.

Fonte: IG SAÚDE

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Ministério da Saúde lança edital para contratar mais de 21 mil médicos

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Ministério da Saúde lança edital para contratar 21,5 mil médicos em todo o país
Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

Ministério da Saúde lança edital para contratar 21,5 mil médicos em todo o país

O Ministério da Saúde lançou o primeiro edital do Programa Médicos pelo Brasil com mais de 21,5 mil vagas. A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União na última sexta-feira. A proposta substitui o antigo Mais Médicos, criado em 2013, durante a gestão da ex-presidente Dilma Rousseff.

Os médicos selecionados vão poder atuar em 5.233 municípios brasileiros. De acordo com o ministério, são oferecidos aos participantes formação em medicina de família e comunidade, gratificação para a atuação em áreas remotas e de saúde indígena, além da possibilidade de contratação sob regime CLT. A previsão é que o edital do processo seletivo seja publicado ainda em dezembro.

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Em novembro, a pasta informou que os contratos do Mais Médicos ainda continuarão vigentes até “o fim dos prazos estabelecidos”. Lançado em 2019, o Programa Médicos pelo Brasil tem como objetivo de estruturar a carreira médica federal para as regiões remotas e alta vulnerabilidade social. O orçamento previsto para o primeiro ano do programa é de R$ 1,2 bilhão.

Fonte: IG SAÚDE

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