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Baixa adesão à vacina ameaça controle de doenças como sarampo e poliomielite

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Número de vacinados diminui e ameaça controle de doenças como sarampo e poliomielite
Reprodução/Agência Estadual de Notícias

Número de vacinados diminui e ameaça controle de doenças como sarampo e poliomielite

Enquanto a imunização brasileira contra a Covid-19 avança a plenos pulmões — por volta de 67% da população já tomou ao menos uma dose —  as  outras vacinas previstas no Programa Nacional de Imunizações (PNI) enfrentam maior dificuldade de chegar aos braços dos grupos elegíveis.

Os dados mais amplos disponíveis no portal do Ministério da Saúde mostram que praticamente todas as vacinas disponibilizadas pelo PNI, sobretudo as que combatem doenças como sarampo, tuberculose e poliomielite, antes controladas, tiveram uma importante queda de adesão em 2020.

Entram como exceção a DTP (difteria, tétano e coqueluche), a pentavalente (difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e contra a bactéria haemophilus influenzae tipo B, que desencadeia infecções no nariz, meninge e na garganta.), além da hepatite B, dada após os 30 dias de vida.


Ainda que, é claro, a pandemia e suas necessárias quarentenas tenham causado impacto na decisão da população em buscar as doses, o abandono da vacinação por parte dos brasileiros figura como tendência em gradual aumento desde 2016. E que não aparenta estar próxima de ser solucionada, dizem os especialistas em imunização.

Fonte: IG SAÚDE

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Rio tem apenas 2,6% dos leitos ocupados por pacientes com Covid-19

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Rio tem apenas 2,6% dos leitos ocupados por pacientes com Covid-19
Macau Photo Agency/Unsplash

Rio tem apenas 2,6% dos leitos ocupados por pacientes com Covid-19

município do Rio tem 2,6% dos leitos hospitalares ocupados com pacientes com Covid-19 neste momento, segundo dados apresentados nesta segunda-feira pelo secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, em reunião do comitê municipal de enfrentamento à pandemia. De acordo com o relatório do encontro, o número total é de 177 leitos. Outro indicador apresentado foi o índice de positividade dos testes para Covid-19 que se mantém abaixo de 5%.

Essa é a nona semana em que o Rio apresenta redução do número de casos e internações por Covid-19, o que coloca a cidade no melhor cenário epidemiológico desde o início da pandemia.

O secretário também apresentou os dados dos testes realizados pelo Centro de Operações de Emergência (COE). De acordo com Soranz, os resultados mostraram que a população acompanhada teve uma taxa de incidência menor do que a incidência de Covid-19 na população carioca em geral, no período. Os dados, segundo ele, demonstra segurança na realização de eventos testes e vacinação associados.

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O decreto que flexibilizará o uso de máscaras em lugares abertos do Rio deve ser publicado nesta terça-feira. De acordo com dados do Painel Rio Covid-19, controlado pela Secretaria Municipal de Saúde, a capital fluminense encerrou esta segunda-feira com 64,9% das pessoas completamente vacinadas, o que ainda não atinge o patamar de 65% necessário para que o uso da proteção facial em ambientes abertos passe a ser opcional.

A lei estadual que exige o uso do equipamento de proteção nestes espaços continua em vigor. A Secretaria estadual de Saúde aguarda a tramitação de um projeto de lei na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) que flexibiliza o uso de máscaras para anunciar as medidas. O projeto está na pauta da casa para ser discutido amanhã. Pode ser que a exigência da proteção seja derrubada.

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O secretário de Saúde do Rio, Daniel Soranz, considera ideal que o decreto municipal seja publicado no mesmo dia em que o Estado aprovar a medida que dá aos municípios que já atingiram 65% de imunização completa a autonomia de publicar decretos tornando opcional o uso de máscaras em locais abertos.

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“Queremos ser bem fieis aos indicadores técnicos e o decreto será publicado quando a meta de 65% de pessoas vacinadas com duas doses ou com dose única for alcançada. Seria bom que essas medidas, estaduais e municipais, casassem, que tivéssemos uma sintonia para não gerar confusões”, afirmou.

No início do dia, a taxa de imunização já estava em 64,4%. A vacinação nesta segunda, no entanto, caminhou lentamente. Soranz afirmou que aproximadamente 230 mil pessoas estão com a segunda dose atrasada.

O decreto, que deve ser publicado amanhã, prevê ainda a liberação do funcionamento de boates e casas noturnas com 50% da capacidade de público. O comprovante de vacinação continua sendo exigido para teatros, cinemas e pontos turísticos da cidade.

Fonte: IG SAÚDE

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