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Brasil pode vacinar 2,4 milhões de pessoas por dia, afirma Queiroga

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Ministro da Saúde Marcelo Queiroga
Reprodução: iG Minas Gerais

Ministro da Saúde Marcelo Queiroga

O ministro da Saúde Marcelo Queiroga revelou durante evento de entrega de leitos em hospital de São Paulo nesta sexta-feira (11) que a pasta disponibilizará 40 milhões de doses de vacinas contra Covid-19 no mês de junho.

“As nossas 38 mil salas de vacinação são capazes de vacinar 2,4 milhões de brasileiros todos os dias, o que faz do nosso programa (Nacional de Imunização) um orgulho do Brasil e um exemplo para o mundo”, revela Queiroga, que diz que ao todo, 630 milhões de doses foram “contratualizadas” pelo governo federal .

Apesar das declarações recentes do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que ao defender o uso de medicamentos sem eficácia comprovada contra a doença, como a cloroquina , disse que as vacinas estariam em “estado experimental”, o ministro disse que há um “empenho pessoal” do presidente pela vacinação:

“É um empenho do governo federal, pessoal do presidente Bolsonaro de ter a população vacinável no Brasil, acima de 18 anos, 160 milhões de brasileiros, vacinados ate o final do ano”.

Fonte: IG SAÚDE

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Conselho dos secretários de Saúde lamenta 500 mil mortes e critica governo

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Conselho dos secretários de Saúde lamenta 500 mil mortes e critica governo
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Conselho dos secretários de Saúde lamenta 500 mil mortes e critica governo

Com críticas ao governo federal, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) lamentou as  500 mil mortes por Covid-19 no Brasil, marca alcançada neste sábado.

O órgão, que reúne os secretários estaduais, não citou o nome do presidente Jair Bolsonaro, mas fez menção aos governantes que contrariam a lógica e a ciência para questionar medidas eficazes contra a doença e desdenhar a vacina. Disse ainda haver duas crises: a do vírus e a da ignorância. Bolsonaro, por várias vezes, já fez críticas ao uso de máscaras e lançou dúvidas quanto à eficácia das vacinas.

“Contra a lógica e a ciência, alguns governantes questionam a dimensão da tragédia, lançam dúvidas sobre medidas comprovadamente eficazes para reduzir o risco do contágio e desdenham da vacina. Temos, portanto, duas crises: a do vírus e a da ignorância.

Essa perigosa combinação expõe mais pessoas ao risco de contágio e dificulta ainda mais as estratégias de prevenção da doença”, diz trecho da nota assinada pelo presidente do Conass, o secretário de Saúde do Maranhão, Carlos Lula.

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A entidade diz que o país poderia ter um trabalho melhor no enfrentamento à doença e fez um “apelo por uma coordenação nacional que unifique os discursos e as ações para que, assim, tomemos todas as medidas possíveis capazes de mudar essa triste realidade”. Destacou ser “urgente ainda que a gestão federal do SUS fortaleça o pacto federativo e volte a assumir o importante papel de coordenador do sistema”.

O Conass ressaltou que o Brasil é o segundo país em número de mortes diárias, atrás apenas da Índia, que tem uma população muito maior. “O Brasil, com 2,7% da população mundial, detém 12,8% dos óbitos por Covid-19 no mundo.

Enquanto a proporção de mortes por Covid-19 no mundo é de 488 por milhão de habitantes, aqui é de 2.293″, diz o texto, lembrando ainda que o número de novos casos voltou a crescer.

O órgão apontou ainda alguns problemas enfrentados no Brasil, como a alta ocupação de leitos de UTI e a escassez de medicamentos para intubação. Defendeu ainda uma vacinação mais rápida, e a união, diálogo e transparência para superar o desafio.

Fonte: IG SAÚDE

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