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Covid: 11 países das Américas detectaram as variantes Alfa, Beta, Gama e Delta

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Variante indiana é a mais comum no mundo, diz OMS
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Variante indiana é a mais comum no mundo, diz OMS


Foram registrados 967 mil novos casos de Covid-19 e 22 mil mortes por causa do vírus nas Américas, segundo informações de relatório divulgado nesta quarta-feira (21) pela Opas (Organização Pan-Americana da Saúde). Isso representa uma diminuição dos índices em comparação com a semana anterior.

Mesmo assim, autoridades da Opas deixaram claro que a vacinação no continente ainda não está no ritmo ideal, segundo informações do Metrópoles. Um mapeamento mostra que, onde há o fornecimento adequado de vacinas, as infecções por Covid-19 caem. Mas onde a cobertura vacinal é baixa, ainda são registrados altos índices.

Estados Unidos, Canadá, Uruguai, Chile e Argentina são os países que estão com queda de novos casos graças à vacinação. Honduras e Haiti, por outro lado, não alcançaram 1% da população vacinada. De acordo com a entidade, também há focos preocupantes da doença na Colômbia e no Peru.

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“Essa tendência mostra que o coronavírus ainda está consolidado nas Américas”, observou Carissa Etienne, diretora da Opas.

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“Enfrentamos uma pandemia de pessoas não vacinadas. A única forma de deter o vírus é pela vacinação. As vacinas são essenciais, mesmo que nenhuma seja 100% eficaz. Igualmente importante são as medidas de saúde pública e de controle de infecção, como testagem em massa, distanciamento social e quarentenas”, afirmou Etienne.

Até o momento, 47 países e territórios do continente identificaram pelo menos uma variante de preocupação. Já 11 países registraram as quatro mutações consideradas mais preocupantes pela OMS (Organização Mundial da Saúde), a Alfa, Beta, Gama e Delta.

“É um desafio importante que todos os países enfrentam. Continuamos com dificuldades para convencer às pessoas a se vacinarem, não dá para acreditar nisso, mas ainda há muita resistência das pessoas para receber as vacinas”, disse Jarbas Barbosa, subdiretor da Opas.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Queiroga pede que brasileiros tomem 2ª dose como forma de evitar Delta

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Queiroga pede que brasileiros se imunizem com a segunda dose como forma de prevenir a variante Delta
Flavia Correia

Queiroga pede que brasileiros se imunizem com a segunda dose como forma de prevenir a variante Delta


O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, pediu nesta terça-feira (3) que os brasileiros se imunizem com a segunda dose das vacinas, como forma de proteção efetiva, inclusive contra o  avanço da variante Delta da Covid-19. Queiroga participou do balanço da ação de vacinação em massa contra a doença, no Complexo da Maré, zona norte do Rio de Janeiro.

“Sistemas de saúde mais consolidados do que o nosso, a exemplo do inglês, não conseguiram conter a propagação comunitária da variante Delta. Os Estados Unidos também enfrentam o problema. Nós estamos assistindo, e isso acontece sobretudo com aqueles que não estão vacinados. As nossas vacinas funcionam contra essa variante. Aproveito para lembrar às pessoas que ainda não tomaram a segunda dose que voltem às unidades básicas de saúde. Para ter a proteção, é necessário [tomar] as duas doses”, disse Queiroga.

O ministro participou, na Clínica da Saúde Adib Jatene, dentro do Complexo da Maré, da vacinação de dois moradores. A comunidade foi alvo, nos últimos dias, de um experimento de vacinação em massa, com a aplicação de 33 mil doses. Nesta terça-feira, foi realizada na comunidade uma busca ativa de pessoas que ainda não tinham sido vacinadas.

Também participaram da solenidade o ministro do Turismo, Gilson Machado, o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, a reitora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Denise Pires de Carvalho, e a presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Nísia Trindade.

Fonte: IG SAÚDE

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