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Covid-19: Rio recebe 220 mil doses de AstraZeneca após ameaça de falta

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Covid-19: Rio recebe 220 mil doses de AstraZeneca após ameaça de falta
Tânia Rêgo/Agência Brasil

Covid-19: Rio recebe 220 mil doses de AstraZeneca após ameaça de falta

Após ameaçarem se esgotar, os  estoques de AstraZeneca do Rio de Janeiro foram renovados na tarde desta quarta-feira. A Secretaria de Estado de Saúde (SES) recebeu 220 mil doses do imunizante, uma quantidade um pouco maior do que a solicitada ao Ministério da Saúde. A capital já retirou suas 120 mil doses.

Na terça-feira, o secretário estadual de Saúde, Alexandre Chieppe, chegou a comunicar que o estoque da vacina da AstraZeneca contra a Covid-19 no Estado do Rio era “muito curto”. Um dia antes, Chieppe enviou um ofício à Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministério da Saúde para pedir, em caráter de urgência, o envio de 200 mil doses do imunizante ao estado.

Na capital, a provisão também estava “no limite”, de acordo com o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz. Na terça-feira, Soranz afirmou ter solicitado 120 mil doses ao governo federal.

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O Ministério da Saúde atendeu aos pedidos, embora não sem manifestar oposição. Após o pedido de Chieppe, a pasta disse ao GLOBO que já tinha finalizado a entrega “de 100% das segundas doses da AstraZeneca em todo o país”. O ministério afirmou que avaliaria o pedido da secretaria, já que a entrega dessas doses extras não estava prevista, e alertou, “mais uma vez, para que os entes federados sigam o Plano Nacional de Operacionalização (PNO)”, a estratégia de aplicação e distribuição de vacinas que é pactuada entre a União, os estados e os municípios.

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A origem do impasse, segundo o Ministério da Saúde, estava no fato de o Rio de Janeiro ter remanejado para a primeira dose frascos enviados para a segunda aplicação, o que teria encurtado o estoque para a finalização do esquema vacinal. De acordo com a pasta, dados do LocalizaSUS, inseridos pelos próprios municípios do estado, mostram que o Rio aplicou como primeira dose 220 mil destinadas à segunda aplicação.

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“O ministério esclarece que as alterações feitas por estados e municípios acarretam na falta de doses para completar o esquema vacinal na população brasileira”, escreveu o ministério. “Na última distribuição para o estado, no dia 1° de outubro, foram entregues 51,2 mil doses do imunizante, concluindo, assim, o envio de 100% da segunda dose da Astrazeneca”, completou.

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Dados do próprio LocalizaSUS apontavam, contudo, que o Ministério da Saúde tinha em estoque naquela data 3.982.670 de doses da vacina da AstraZeneca aguardando distribuição.

No caso de falta da AstraZeneca para a segunda dose, a legislação estadual autoriza o uso de Pfizer, a chamada intercambialidade. No entanto, para o Ministério da Saúde, a “mistura” de vacinas no esquema vacinal também pode resultar em lacunas futuras no abastecimento dos municípios.

Fonte: IG SAÚDE

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Ministério da Saúde lança edital para contratar mais de 21 mil médicos

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Ministério da Saúde lança edital para contratar 21,5 mil médicos em todo o país
Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

Ministério da Saúde lança edital para contratar 21,5 mil médicos em todo o país

O Ministério da Saúde lançou o primeiro edital do Programa Médicos pelo Brasil com mais de 21,5 mil vagas. A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União na última sexta-feira. A proposta substitui o antigo Mais Médicos, criado em 2013, durante a gestão da ex-presidente Dilma Rousseff.

Os médicos selecionados vão poder atuar em 5.233 municípios brasileiros. De acordo com o ministério, são oferecidos aos participantes formação em medicina de família e comunidade, gratificação para a atuação em áreas remotas e de saúde indígena, além da possibilidade de contratação sob regime CLT. A previsão é que o edital do processo seletivo seja publicado ainda em dezembro.

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Em novembro, a pasta informou que os contratos do Mais Médicos ainda continuarão vigentes até “o fim dos prazos estabelecidos”. Lançado em 2019, o Programa Médicos pelo Brasil tem como objetivo de estruturar a carreira médica federal para as regiões remotas e alta vulnerabilidade social. O orçamento previsto para o primeiro ano do programa é de R$ 1,2 bilhão.

Fonte: IG SAÚDE

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