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Dados do Ministério da Saúde apontam problemas na priorização de vacinados

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Vacinação contra Covid-19 no Brasil apresenta problemas na priorização dos grupos
Pixabay/Creative Commons

Vacinação contra Covid-19 no Brasil apresenta problemas na priorização dos grupos

De acordo com dados do Ministério da Saúde, apenas 48,8% do principal grupo prioritário para vacinação contra Covid-19 recebeu a imunização. A informação contrasta com o avanço da vacinação em grupos mais jovens, como no caso de idosos com menos de 75 anos cuja vacina ainda não foi autorizada. Entre eles, 119,6 mil pessoas já foram vacinas.

As informações foram divulgadas em reportagem do Estadão, que também indica que 53,7 mil pessoas na faixa dos 60 a 64 anos já receberam a vacinação. A apuração não consdera os moradores do Amazonas e outros estados do Norte que obtiveram a autorização devido ao avanço preocupante da pandemia na região.

Além disso, os dados do Ministério apontam outros grupos que deveriam ser inseridos na imunização apenas no futuro: 11,9 doentes crônicos com menos de 60 anos, 1,9 mil agentes das forças de segurança, 1,9 trabalhadores da educação e 387 militares. Apesar das denúncias de fura-fila, é importante destacar que os critérios de vacinação em cada município podem justificar os números.

Fonte: IG SAÚDE

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Anvisa deve decidir sobre importação da Sputnik V até o fim do mês, diz ministro

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A vacina leva o nome do primeiro satélite espacial soviético, o Sputnik-1
Foto: Divulgação/Sputnik Vaccine

A vacina leva o nome do primeiro satélite espacial soviético, o Sputnik-1

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, determinou que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tem até o dia 28 de abril para decidir sobre a importação excepcional e temporária da vacina Sputnik V. Caso a agência não se manifeste até lá, o estado do Maranhão, que entrou com uma ação na Corte, estará autorizado a importar e distribuir o imunizante.

O prazo formal dado pelo ministro foi de 30 dias, mas Lewandowski destacou que a contagem deveria valer a partir de 29 de março, de modo que restam apenas 15 dias.

“Ultrapassado o prazo legal, sem a competente manifestação da Anvisa, estará o Estado do Maranhão autorizado a importar e a distribuir o referido imunizante à população local, sob sua exclusiva responsabilidade, e desde que observadas as cautelas e recomendações do fabricante e das autoridades médicas”, afirmou o ministro em sua decisão, publicada nesta terça-feira.

A decisão do ministro ocorre no âmbito de uma ação movida pelo Maranhão para solicitar a autorização para importar e distribuir 4,5 milhões de doses da vacina Sputnik V. Segundo o estado, lei já sancionada prevê a autorização de vacinas que tenham registro em determinadas agências do exterior. O Maranhão cita ainda uma decisão doSupremo que segue na mesma linha da legislação vigente.

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Além de determinar um prazo para a Anvisa, Lewandowski negou pedido de sigilo feito pela agência sobre os documentos do processo. Nesta terça, a Anvisa reiterou o pedido para que o Supremo decrete segredo de justiça nas informações prestadas pela agência no âmbito da ação movida pelo estado do Maranhão para liberação da vacina Sputnik V.

Em sua manifestação, a Anvisa cita matéria do GLOBO sobre o processo da Sputnik V para argumentar que a divulgação das informações compromete a proteção legal dos documentos e gera “desnecessária especulação midiática”. Em uma manifestação anterior, a agência já tinha feito um pedido de sigilo ao STF para evitar que a divulgação de informações gerasse desconfiança em relação à Sputnik V.

Fonte: IG SAÚDE

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