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Ex-prefeito de Manaus chama de “cretinice” pressão da Saúde para usar cloroquina

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Ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio (PSDB-AM)
Mário Oliveira/Semcom

Ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio (PSDB-AM)

O ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio (PSDB-AM) chamou de “cretinice”, “absurdo” e “perversidade” a pressão do Ministério da Saúde para que a Prefeitura da capital do Amazonas use a cloroquina para o combate à Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). O medicamento não tem eficácia comprovada contra a doença. As informações são da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo .

Embora faça essas críticas, Virgílio defende o tratamento com a ivermectina, remédio que está na mesma situação que a cloroquina e não trata a Covid-19. O ex-prefeito tomou o medicamento quando testou positivo para o novo coronavírus.

Além dessa pressão, o Ministério da Saúde pediu autorização para fazer uma ronda nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) para encorajar o uso das medicações.

Em um documento enviado ao governo municipal, a pasta classificou como “inadmissível” a resistência em usar os medicamentos. O texto é assinado por Mayra Isabel Correia Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde.

Os secretários estaduais de Saúde também ao ofício enviado pelo Ministério da Saúde. Eles classificaram o documento como “esdrúxulo”, “loucura”, e dizem que, enquanto o mundo discute a vacina, o Brasil fala em remédios que não funcionam.

Fonte: IG SAÚDE

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Pfizer diz que ainda negocia com governo, mas descarta vender vacinas a empresas

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Pfizer disse que não vai repassar vacinas ao setor privado
Reprodução: BBC News Brasil

Pfizer disse que não vai repassar vacinas ao setor privado

Após o governo federal descartar acordo com a Pfizer para a compra de imunizantes,  a farmacêutica disse nesta terça-feira (26) que ainda negocia com o Ministério da Saúde para fornecer vacinas à rede pública.

A empresa, porém, a exemplo do que disse hoje a AstraZeneca , também descartou vender imunizantes a clínicas particulares. Segundo a Folha de S. Paulo, a AstraZeneca estaria negociando negociação para fornecer 33 milhões de doses a empresas privadas.

“Estamos comprometidos em trabalhar em colaboração com os governos em todo mundo para que a vacina seja uma opção na luta contra a pandemia, como parte dos programas nacionais de imunização. A Pfizer Brasil segue negociando um possível acordo com o governo brasileiro para fornecer nossa vacina contra a covid-19”, informou a empresa.

Hoje, Bolsonaro encorajou a compra de vacinas por parte de empresas privadas , desde que haja doação de doses para o sistema público de saúde.

“No que puder essa proposta ir à frente, nós estaremos estimulando. Com 33 milhões [de doses] de graça aqui no Brasil, ajudaria e muito a economia. E aqueles que, porventura, queiram se vacinar — porque a nossa proposta é voluntariado, né? —, o façam para ficar livre do vírus”, disse.

Fonte: IG SAÚDE

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