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Morte de adolescente investigada pela Anvisa não foi causada por vacina, diz TV

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Vacinação contra a Covid-19.
Eduardo Lopes/PMC

Vacinação contra a Covid-19.

A morte do adolescente de 16 anos que está sob investigação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) , não teria relação com a vacina da Pfizer. A informação é do comentarista Caio Junqueira, da CNN.

A chamada ‘reação adversa grave’ foi informada pelo Ministério da Saúde ontem, em entrevista coletiva do ministro Marcelo Queiroga, que anunciou a suspensão da vacinação para essa faixa etária.

À noite, a Anvisa emitiu uma nota afirmando que ainda investigava a situação. O caso teria ocorrido em 2 de setembro, e reportado à agência no dia 15. Mesmo investigando a morte do jovem, a Anvisa reiterou que “não há uma relação causal definida entre este caso e a administração da vacina”, e que “os dados recebidos ainda são preliminares e necessitam de aprofundamento para confirmar ou descartar a relação causal com a vacina.”

Mais cedo, representantes da Anvisa se reuniram com funcionários da Saúde em São Paulo, onde ocorreu a morte, e funcionários da Pfizer. Em entrevista à Globonews, Helaine Capucho, gerente de farmacovigilância da Anvisa, reiterou que a agência mantém, até o momento, “a avaliação benefício-risco favorável a vacinação de adolescentes com a vacina Pfizer”.

Fonte: IG SAÚDE

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Áustria discute adotar lockdown apenas para quem não se vacinar

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Áustria discute adotar lockdown apenas para quem não se vacinar
Reprodução: iG Minas Gerais

Áustria discute adotar lockdown apenas para quem não se vacinar

O governo da Áustria afirmou no último sábado (23) que um eventual  lockdown por causa da pandemia de Covid-19 vai atingir apenas pessoas que não tenham se vacinado contra o novo coronavírus. A medida mira estimular a imunização de pessoas que ainda mostram insegurança sobre as vacinas, o que deixa uma brecha para o surgimento de focos de contágio.

“Ainda não enxergamos a pandemia no retrovisor e estamos nos encaminhando para uma pandemia dos não vacinados”, disse o chanceler austríaco, Alexander Schallenberg, que assumiu o comando do governo em 11 de outubro.

“Deve ficar claro para os não vacinados que eles não são responsáveis apenas por sua saúde, mas também pela dos outros. Não é admissível que o sistema sanitário fique sobrecarregado por culpa de indecisos”, acrescentou.

Quando a Áustria atingir a marca de 500 leitos de UTI ocupados por pacientes com Covid – cifra que está hoje em 224 -, os não vacinados não poderão entrar em bares, restaurantes, eventos culturais e estruturas esportivas. Já com 600 leitos ocupados, esse grupo só poderá sair de casa para trabalhar ou por motivos emergenciais.

Leia Também:  Covid-19: 20 milhões estão com a segunda dose da vacina atrasada

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De acordo com o portal Our World in Data, 65% da população austríaca está totalmente vacinada contra a Covid, número menor que os das vizinhas Itália (77%) e Alemanha (68%), por exemplo.

A Áustria vive um momento de alta nos casos do novo coronavírus e exigirá, a partir de 1º de novembro, passaporte sanitário de vacinação, cura ou teste negativo em todos os locais de trabalho.

Fonte: IG SAÚDE

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