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“Nunca indiquei medicamentos a ninguém”, diz Pazuello sobre cloroquina

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Pazuello
Carolina Antunes/PR

Ministro da Saúde participou de entrevista coletiva nesta segunda-feira (18)

O ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, disse nesta segunda-feira (18), nunca ter recomendado qualquer medicamento específico para tratamento preventivo da Covid-19. A informação, porém, contradiz ações do governo que, desde o início da pandemia no Brasil, investiu na produção e distribuição do remédio que não possui qualquer eficácia comprovada contra a infecção causada pelo coronavírus (Sars-CoV-2).

A afirmação do ministro da Saúde foi feita após ser questionado sobre a falta de menção à cloroquina ao faltar, em entrevista coletiva, sobre o suposto tratamento preventivo. “Você nunca me viu indicar este ou aquele medicamento contra à Covid-19. Eu nunca indiquei medicamentos a ninguém”, disse o ministro. 

De acordo com reportagem publicada no sábado pela Folha de S. Paulo, o Ministério da Saúde conduziu uma força-tarefa para incentivar e distribuir comprimidos de cloroquina em Manaus. Segundo um ofício exposto pelo jornal, a orientação era de que os médicos envolvidos na ação realizassem rondas “para que seja difundido e adotado o tratamento precoce como forma de diminuir o número de internamentos e óbitos decorrentes da doença”.

Apesar das ações do governo federal e do Ministério, porém, Pazuello – que já chegou a afirmar ele próprio ter feito uso do tratamento com o remédio para tratar a própria infecção – reforça que o medicamento não está incluso nos protocolos de saúde contra a Covid-19.

Fonte: IG SAÚDE

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Enfermeira atravessa rio para vacinar idosa na Paraíba

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Enfermeira atravessou rio no interior da Paraíba para vacinar idosa
Reprodução

Enfermeira atravessou rio no interior da Paraíba para vacinar idosa

Uma enfermeira viralizou nas redes sociais após atravessar um rio para conseguir vacinar uma idosa, em São José de Espinharas (PB) . O caso aconteceu na última quinta-feira (04), quando o serviço de imunização da cidade realizava a vacinação em idosos.

Em um vídeo compartilhado na internet, a profissional atravessa o rio com os equipamentos necessários para a imunização.

Em entrevista ao G1, a enfermeira Mayane Brito contou que tomou a atitude após ver a dificuldade de locomoção até o bairro onde a moradora estava. Ela lembra que ainda precisou de uma carona de moto para conseguir imunizar a idosa, que seria a última a ser vacinada no dia.

“Não dava para atravessar de carro para ir vacinar essa idosa e só faltava ela. O carro ficou me esperando, eu atravessei a pé e eu pedi a uma pessoa amiga da senhora para me pegar de moto do outro lado do rio para eu poder vacinar a senhora”, afirmou.

Mayane ressaltou o pensamento de querer que alguém fizesse o mesmo pela própria mãe, o que reforço a ideia de atravessar o rio.

“Quando eu cheguei em casa nesse mesmo dia, me vi pensando que se fosse minha mãe – que infelizmente não está aqui mais hoje comigo, pois vai fazer cinco meses que ela faleceu – eu gostaria que um profissional de saúde atravessasse o rio para vacinar ela também”, completou.

A Secretaria da Saúde de São José de Espinharas informou que a profissional participava do programa de imunização para idosos entre 80 e 89 anos na cidade. Segunda a pasta, 24 moradores foram imunizados até o momento.  

Fonte: IG SAÚDE

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