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Rio de Janeiro atinge 93% de ocupação de leitos de UTI para Covid-19

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Rio de Janeiro tem 93% dos leitos de UTI ocupados e 73% de leitos na enfermaria
Reprodução: ACidade ON

Rio de Janeiro tem 93% dos leitos de UTI ocupados e 73% de leitos na enfermaria

Um balanço divulgado pela Secretaria estadual de Saúde no início da noite deste sábado mostra que 93% dos 616 leitos de UTI do Sistema Único de Saúde (SUS) disponíveis para atender pacientes com Covid-19 na capital estão ocupados. Parte dessas vagas estão sendo preenchidas, inclusive, por pacientes vindos da região Norte do país. No caso de vagas de enfermarias, os pacientes com diagnóstico de Covid-19 ou de síndrome respiratória aguda grave, a taxa de ocupação chega a 73% dos 640 leitos.

Entre as unidades que praticamente não têm mais vaga de UTI para Covid-19 está o Hospital Ronaldo Gazolla, em Acari, referência no tratamento da doença. No fim da tarde, 141 das 143 vagas estavam preenchidas e havia a expectativa da chegada de mais um paciente. No caso das enfermarias, a unidade tinha 169 de suas 237 vagas preenhidas.

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O secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, prevê que a ocupação de leitos na capital deva diminuir no início da semana.

“Essa é uma estatística de momento. Mas se for preciso, parte das vagas de enfermaria do Gazolla podem ser convertidos em UTI rapidamente”, disse o secretário.

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Ao todo, 975 pessoas estão internadas na cidade com sintomas de Covid-19. Treze pessoas aguardam vagas ou transferência.

Em 24 horas, foram diagnosticados 107 novos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave. Ao todo, desde o início da pandemia, 209.527 pessoas contraíram a doença e 19.115 morreram na cidade, segundo dados da Secretaria municipal de Saúde.

Fonte: IG SAÚDE

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Maioria de comitê criado por Castro defende ‘tratamento precoce’ contra Covid

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Cláudio Castro, governador em exercício do Rio de Janeiro
Foto: Divulgação/Governo do Estado do Rio de Janeiro

Cláudio Castro, governador em exercício do Rio de Janeiro

O governador do Rio de Janeiro em exercício,  Cláudio Castro, criou ontem um comitê de apoio científico para políticas públicas de enfrentamento à Covid-19. Dos dez médicos e cientistas escolhidos para o grupo, ao menos seis já se posicionaram publicamente em defesa de tratamentos precoces contra a doença, como o uso de remédios sem eficácia comprovada, ou contra restrições, como lockdown, para conter o avanço do coronavírus.

Castro já se posicionou contra medidas restritivas — o que gerou, no mês passado, uma desavença pública com o prefeito do Rio, Eduardo Paes. Segundo o decreto que institui o comitê, os médicos têm o dever de “monitorar e avaliar o desempenho do SUS no âmbito do estado e elaborar recomendações à Subsecretaria de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde”.

O infectologista Edimilson Migowski foi nomeado presidente do grupo. Nas redes sociais, Migowski defende o uso da nitazoxanida, um vermífugo, como tratamento prévio para sintomas de Covid-19. No ano passado, o governo federal chegou a dizer que o remédio reduziria a carga viral em pacientes infectados, mas em janeiro o Ministério da Saúde informou à Câmara que decidiu não incorporar a nitazoxanida ao tratamento da doença.

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Em outubro, Migowski fez uma live com o médico Guili Pech, que também defende o tratamento precoce nas redes. O tema foi “A ditadura da medicina baseada em evidências e o uso da nitazoxanida”. Outros nomes completam o comitê científico de Castro, como, por exemplo, o infectologista Francisco Cardoso, que também já se manifestou a favor do tratamento precoce e contra o fechamento do comércio. No mês passado, ele disse ao portal Jovem Pan que, em um restaurante, com mesas separadas, clientes de máscaras e ventilação adequada, as regras sanitárias são seguidas e “você está muito mais seguro do que em casa”.

Psicólogo e consultor do Ministério da Saúde, Bruno Campello já falou contra o lockdown, junto com seu pai Fernando Campello, que também faz parte do comitê. O médico infectologista Ricardo Zimerman é outro defensor de tratamentos precoces.

Perguntado sobre os critérios para formar o comitê, o estado disse que o objetivo é que os especialistas colaborem com as decisões e reforcem o diálogo com a sociedade. E que as medidas necessárias contra a Covid-19, como ampliação de leitos e distribuição de vacinas, serão tomadas. O GLOBO não conseguiu contato com os integrantes do grupo.

Fonte: IG SAÚDE

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