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SP estuda criar fase roxa, mais restritiva que a vermelha, para conter Covid-19

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SP pode apertar ainda mais a quarentena
Divulgação/Governo de São Paulo

SP pode apertar ainda mais a quarentena

O governo do estado de São Paulo estuda a possibilidade de criar uma fase roxa no Plano São Paulo, ainda mais restritiva que a vermelha. O objetivo é conter a propagação do novo coronavírus (Sars-Cov-2).

“Estamos discutindo a possibilidade e a necessidade de uma fase ainda mais restritiva que a vermelha”, disse neste sábado (27) o coordenador do centro de contingência do estado, Paulo Menezes, à CNN.

De acordo com ele, haveria uma reclassificação a respeito de quais atividades são essenciais , sobretudo de madrugada. “Isso implicaria talvez ter limitação de atividades, de algumas atividades que são classificadas como essenciais em determinados horários, especialmente nos horários noturnos e de madrugada. Estamos discutindo para ver a necessidade, quais indicadores levam a essa fase e quais seriam os resultados esperados. Estamos discutindo com o governo para ver se é o caso de adotar essa nova fase”.

Para Menezes, este é o pior momento da pandemia de Covid-19 no estado e no país. Segundo ele, a ocupação geral da rede hospitalar de São Paulo é de 70% , mas três regiões têm ocupação de cerca de 90%.

Nessa semana, o governador do estado, João Doria , reclassificou as regiões do Estado, bem como determinou o “toque de restrição” durante as madrugadas . “Nós esperamos, sim, que medidas anunciadas ontem comecem a fazer efeito e reduzir a propagação do vírus, reduzir a velocidade de aumento do número de casos e internações ao longo dos próximos dias. Ainda temos situação que permite pelo menos mais 2 semanas de aumento progressivo de internações, o que esperamos que não ocorra.”, declarou Menezes.

Fonte: IG SAÚDE

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Anvisa deve decidir sobre importação da Sputnik V até o fim do mês, diz ministro

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A vacina leva o nome do primeiro satélite espacial soviético, o Sputnik-1
Foto: Divulgação/Sputnik Vaccine

A vacina leva o nome do primeiro satélite espacial soviético, o Sputnik-1

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, determinou que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tem até o dia 28 de abril para decidir sobre a importação excepcional e temporária da vacina Sputnik V. Caso a agência não se manifeste até lá, o estado do Maranhão, que entrou com uma ação na Corte, estará autorizado a importar e distribuir o imunizante.

O prazo formal dado pelo ministro foi de 30 dias, mas Lewandowski destacou que a contagem deveria valer a partir de 29 de março, de modo que restam apenas 15 dias.

“Ultrapassado o prazo legal, sem a competente manifestação da Anvisa, estará o Estado do Maranhão autorizado a importar e a distribuir o referido imunizante à população local, sob sua exclusiva responsabilidade, e desde que observadas as cautelas e recomendações do fabricante e das autoridades médicas”, afirmou o ministro em sua decisão, publicada nesta terça-feira.

A decisão do ministro ocorre no âmbito de uma ação movida pelo Maranhão para solicitar a autorização para importar e distribuir 4,5 milhões de doses da vacina Sputnik V. Segundo o estado, lei já sancionada prevê a autorização de vacinas que tenham registro em determinadas agências do exterior. O Maranhão cita ainda uma decisão doSupremo que segue na mesma linha da legislação vigente.

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Além de determinar um prazo para a Anvisa, Lewandowski negou pedido de sigilo feito pela agência sobre os documentos do processo. Nesta terça, a Anvisa reiterou o pedido para que o Supremo decrete segredo de justiça nas informações prestadas pela agência no âmbito da ação movida pelo estado do Maranhão para liberação da vacina Sputnik V.

Em sua manifestação, a Anvisa cita matéria do GLOBO sobre o processo da Sputnik V para argumentar que a divulgação das informações compromete a proteção legal dos documentos e gera “desnecessária especulação midiática”. Em uma manifestação anterior, a agência já tinha feito um pedido de sigilo ao STF para evitar que a divulgação de informações gerasse desconfiança em relação à Sputnik V.

Fonte: IG SAÚDE

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