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Cachorro é esquecido no carro de pet shop e morre asfixiado

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Na tarde deste sábado (27) o cachorro Paçoca, da raça Ilhaza Apso morreu  após ser esquecido no carro do Pet Shop Patas e Pelos.

O cachorro ficou horas preso sem ventilação ou água, no município de Sorriso (420 km de Cuiabá).

Paçoca saiu de casa durante a manhã para tomar banho, porém, por volta das 13h, os proprietários entraram em contato com o pet shop para saber o porquê da demora em devolver o cachorro, quando foram informados da morte.

A dona do Paçoca, Maikelly Grando disse que já frequentava o pet shop há seis anos, porém houve a troca de proprietários da empresa.

Maikelly disse também que registrará um boletim de ocorrência e que aguarda um laudo da clínica veterinária para apontar a causa da morte.

O funcionário da  Entre Patas e Pelos Petshop, onde o cachorro morreu, se manifestou:

Foi uma tragédia o fato acontecido. A proprietária tinha pedido para entrega-lo em um horário diferente do normal e aconteceu na correria do dia-a-dia, que ele foi esquecido dentro do carro. Foi uma tragédia, a gente está bem abalado com o que aconteceu. Foi algo totalmente fora da nossa realidade, que nunca tinha acontecido antes”, contou.

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Veja a manifestação da proprietária do Cachorrinho postou na rede social:

 

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Funcionário de pet shop mata cãozinho enforcado

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Na última quinta-feira (20), um funcionário, de 24 anos, que realizava banho e tosa em um cãozinho da raça shih-tzu que atendia por nome de Bento matou o animal após maus-tratos. O caso ocorreu em Maceió.

Pelas imagens das câmeras de segurança foi possível flagrar o rapaz tratando o animal com violência na mesa de serviço. Em seguida, o rapaz prende a guia do pet a um gancho na parede e ajusta de modo que Bento não conseguia ficar com as patinhas apoiadas. Em seguida sai da sala. Mas enquanto isso, o animal começa a sufocar.

Quando o homem volta, encontra o cachorro já desacordado. A polícia foi acionada pela própria clínica. Em rede social, o Hospital É o Bicho afirma que o funcionário estava em período de experiência e que “não haverá impunidade”.

E ainda acrescenta que “em dez anos de existência, o grupo É O Bicho nunca compactuou com os maus-tratos aos animais. Lamentamos profundamente o fato criminoso ocorrido em uma de nossas unidades. O indivíduo responsável por este ato revoltante estava cumprindo período de experiência”, diz trecho da nota.

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O acusado teve uma condenação por homicídio e, agora, deve responder por maus-tratos. Ele ainda passará por audiência de custódia, e a Justiça decidirá se continuará preso.

 

Jornalista: Fabiane Serra

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