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Plataforma une animais em busca de um lar e adotantes

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Quem inicia a busca por um animal para adotar pode muitas vezes encarar dificuldades para encontrar aquele que seja ideal para sua realidade. Como por exemplo um cachorro de porte pequeno, porque o apartamento onde vive tem pouco espaço.

Ao mesmo tempo, organizações de proteção animal se veem com dificuldades para achar um lar e família para animais em situação de vulnerabilidade. Foi pensando nesse problema que o apresentador e jornalista Celso Zucatelli se uniu a amigos para lançar uma plataforma que seja uma conexão entre adotantes e esses animais.

PetPonto

Através do site ou aplicativo PetPonto, que será lançado oficialmente no final de agosto, ONGs ou indivíduos que acolherem esses animais em todo o Brasil terão um ponto de encontro com candidatos a adotantes.

A partir de geolocalização, será possível ver de forma simplificada em que lugar estão os animais. Além disso, tanto os animais quanto os adotantes terão perfis para que seja possível fazer o match perfeito.

Zucatelli explica que os usuários da plataforma vão ainda poder colaborar com as organizações que acolhem os animais em situação de rua. “A ideia é conseguir ajudar as ONGs da melhor maneira possível, permitindo doações e permitindo adoções.”

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Unidos por uma causa

O apresentador explica ainda que a plataforma surgiu da vontade de um grupo de amigos de ajudar a causa animal. Cada um com sua especialidade, eles chegaram ao PetPonto.

“É gente que gosta de animais”, brinca Zucatelli. “A gente percebeu que está muito difícil para as ONGs, e a pandemia deixou isso mais evidente. Nunca meu telefone tocou tanto com ONGs parceiras precisando de apoio, e eu percebi que era hora de aumentar esta ajuda e oferecer mais.”

Foto: Divulgação

O grupo é formado por pessoas ligadas à causa animal, que convivem com a realidade das ONGs, que têm intimidade com as dificuldades que são enfrentadas e, consequentemente, sabem o que é preciso fazer para poder ajudar e melhorar as condições de quem luta por essa causa. É o caso do advogado, professor e protetor dos animais, Werner Grau, responsável pela área ambiental de um importante escritório de advocacia e consultor jurídico da ANDA, ele ressalta: “São milhões de animais abandonados nas ruas e o poder público não é capaz de resolver isso. Somente com iniciativas como essa a gente é capaz de parar de enxugar gelo e começa a dar uma solução para o problema”.

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Como entre os integrantes estão gestores e empresários com experiência, a proposta é oferecer também capacitação gerencial para que as ONGs consigam melhorar a gestão de seus recursos.
Zucatelli lembra também que o abandono animal é ainda um problema de saúde pública, já que os animais nas ruas aumentam o risco de acidentes de trânsito e podem transmitir doenças que afetam tanto animais quanto humanos. Por isso, iniciativas como campanhas de castração e adoção são fundamentais para a reversão deste quadro.

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Ao invés de caçar rato, gatinho compartilha seu potinho de água com roedor

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Recentemente, Benjamín Sagredo que reside na cidade de Punta Arenas, no Chile descobriu a amizade inusitada que o seu gatinho, chamado Simon, anda fazendo. O pequeno, de predador se tornou defensor, tornando-se camarada dos ratinhos.

A amizade é um sentimento de afeição e simpatia e parece que Simon desenvolveu esse carinho pelos roedores.

A função do gatinho era manter a casa livre ‘dessas pragas’, e assim o fez, mas ao invés de correr atrás para exterminá-los, trouxe-os para perto de si alimentando-os.

Benjamin não imaginava que algo semelhante pudesse acontecer, até que começou a perceber movimentos incomuns pela casa, como ouvir barulhos estranhos vindo da cozinha. Mas como os sons eram baixos e ocasionais, não dava muita importância.

“Não sabíamos o que era”, disse Benjamín ao The Dodo. “Nós tínhamos visto Simon brincando com algo debaixo de uma poltrona uma vez, mas não pensamos muito nisso.”

Foi então que certa manhã, o chileno entrou no ambiente e se deu de cara com uma cena surpreendente. O pretinho bebendo água em sua tigela na companhia de um rato. Socorro!

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“Eles pareciam muito próximos. Simon estava sendo afetuoso”, disse Benjamín. “Decidi gravar. Achei que ninguém iria acreditar em mim”.

O homem ficou admirado com a cena, e não é para menos, mas respeitou a amizade e permitiu a presença do novo amigo do bichano. O que os pais não fazem pelos filhos?!

“Tive pena do ratinho. Eu não poderia sonhar em machucá-lo”, disse Sagredo. “Eu o chamei de Chefcito”.

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