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Saiba tudo sobre a castração de pets

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Muitos tutores ficam preocupados quando o assunto é castrar ou não seus animais de estimação. Em primeiro lugar, fica o medo do arrependimento. Depois, surge o temor dos tumores, das doenças venéreas. Há, também, os incômodos relacionados ao período do cio.

Mas, afinal, quando a castração é uma boa escolha? E quais os possíveis efeitos colaterais para o mascote? Entenda:

A castração é necessária?

Particularmente, não gosto de castrar meus mascotes, mas isso é uma decisão pessoal. No meu ponto de vista, é uma amputação desnecessária, uma vez que meus animais são todos fêmeas e que não correm o risco de gravidez indesejada já que moram em um ambiente fechado.

Os sinais de cio em cadelas, que acontece duas vezes ao ano, não me incomodam, mas tutores de gatas passam por grandes tormentas nesta época. Porém, animais que têm histórico familiar de câncer do aparelho reprodutor devem considerar a castração de forma precoce.

Há riscos na cirurgia?

Todo procedimento cirúrgico invasivo tem riscos, por menores que sejam. Abrir a cavidade abdominal e tratar de ligaduras de vasos sanguíneos sempre é expor um animal a situações de risco, mas saiba que, via de regra, se feito por um profissional habilitado em um ambiente esterilizado para esta função, a cirurgia se torna um procedimento muito seguro.

Seu mascote não sente nada durante o procedimento, uma vez que está anestesiado. Se você fizer uso da medicação pós-cirúrgica, em sete dias os pontos são removidos e o pet volta à vida normal.

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Quais os benefícios para o animal?

Dentre os benefícios da castração para gatos podemos citar sua saúde. Gatos sem hormônios sexuais costumam ser animais mais caseiros, que entram menos em brigas com outros bichanos no período reprodutivo. Isentos de vida sexual, animais também ficam distantes de doenças venéreas.

Quando realizada em idade precoce, a castração pode representar uma redução das probabilidades de uma fêmea ter câncer de mama ou nos ovários, por exemplo, se ela vier de uma família cuja genética tenha propensão para esta patologia. Para isso, a fêmea precisa ter sido castrada antes de iniciar seu período reprodutivo, que é em torno dos seis meses de idade, aproximadamente. Quanto mais tardia for uma castração, maiores as chances de a cadela com predisposição para câncer mamário e/ou uterino desenvolver a doença.

Com que idade a castração deve ser feita?

A castração é indicada para antes dos primeiros sinais de cio, o que ocorre por volta dos seis meses de idade em cães e gatos. Quanto menor a raça do cachorro, mais próximo dos seis meses está sua puberdade. Cães de raças gigantes podem ter o primeiro cio com oito, nove ou até mesmo 10 meses de vida.

Quem deve ser castrado primeiro?

Para quem tem cachorro macho e fêmea em casa, é mais barato, rápido e menos invasivo castrar o macho em vez da fêmea. Castrar o macho não elimina odores e sangramento da fêmea em tempos de cio, apenas evita sua procriação.

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Para quem tem gatos, da mesma forma mostra-se mais em conta castrar o macho, que se torna menos agressivo e mais caseiro. Se você tem um casal de gatos em casa, converse com o veterinário sobre a possibilidade de castrar os dois gêneros. Converse com o veterinário também sobre a vasectomia.

Mitos da castração

O animal castrado fica deprimido?

Animais não têm ciência de procriação. Uma vez removidas suas funções reprodutivas, os pets seguem com suas vidas.

Gatos castrados têm problemas com formação de cálculos?

Machos que tiveram seus testículos removidos podem ter estreitamento de uretra. Essa particularidade por si só  não predispõe o animal a produzir “pedras” no aparelho urinário. Isso fica por conta da ingestão insuficiente de água e alimentação fornecida a este mascote. Todavia, no mercado pet já existem formulações dietéticas específicas para animais com propensão à formação de determinados cálculos. Converse com o veterinário sobre o histórico de saúde do trato urinário do seu mascote antes de partir para a cirurgia.

Castração engorda?

A castração por si não é a responsável pelo efeito “bola” no seu mascote. O que acontece é que, reduzido o interesse sexual, animais se tornam mais calmos e menos ativos, o que pode contribuir com um excesso de peso. Para isso não acontecer, mantenha em dias os exercícios do seu animal e converse com o veterinário sobre a dieta adequada para seu pet.

 

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Veja os fatores que contribuem para a queda da imunidade em pets

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Você sabe o que é imunidade? É a resistência ou proteção contra algo, normalmente relacionada com doenças e infecções que podem atacar o nosso organismo.

Quando ficamos com baixa imunidade, nos tornamos predispostos a contrair doenças, em decorrência de “ataques” de agentes infecciosos, pois nosso organismo não consegue combatê-los. O mesmo ocorre com os nossos pets. Se estão com a imunidade baixa, seu organismo tem dificuldade de combater esses agentes infecciosos, abrindo espaço para que diversas doenças se instalem.

E o que pode contribuir para a queda de imunidade do seu pets? Entre diversos fatores, estão:

– Estresse: alterações no ambiente, mudança na alimentação, inserção de um novo membro da família (seja humano ou pet), são alguns fatores que podem gerar estresse e, consequentemente, diminuição da imunidade. Apatia, latidos excessivos, agressividade entre outros, podem ser sinais de estresse, e devemos ficar bem atentos, procurando a ajuda de um médico veterinário caso a situação persista.

– Senilidade: animais idosos costumam ter a imunidade diminuída naturalmente, tornando seu sistema imunológico mais frágil. Verifique com o médico veterinário se as necessidades vitamínicas e minerais do seu pet estão sendo supridas com a alimentação e se há necessidade de uma suplementação vitamínica.

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– Filhotes: filhotes que ainda não concluíram o ciclo das vacinas, possuem baixa imunidade. Muito cuidado nessa hora! Se o seu filhote não concluiu o ciclo das vacinas indicadas pelo médico veterinário, não deixe que entre em contato com outros animais não vacinados.

– Verminoses: além de causar queda de imunidade, vermes podem transmitir doenças para o seu pet! Mantenha-o sempre vermifugado!

– Alimentação inadequada: uma alimentação inadequada pode levar à deficiência de vitaminas e minerais, diminuindo assim sua imunidade e tornando o seu pet mais susceptível a doenças. As necessidades de vitaminas e minerais não são as mesmas para todos os pets, portanto, a alimentação deve ser adequada à fase em que o mesmo se encontra.

Seja ele filhote, adulto, idoso, esteja em fase de crescimento ou reprodução, uma alimentação e/ou suplementação adequada deve ser provida, sempre com um acompanhamento do médico veterinário.

Portanto, fique atento a qualquer sinal de queda de imunidade nos pets. Vacine-os com a frequência indicada pelo médico veterinário, verifique com o mesmo a possibilidade de um plano de suplementação vitamínica e mineral para o aumento da imunidade, ofereça alimentação de qualidade e esteja sempre atento a mudanças no ambiente e no comportamento dos seus pets!

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