Operação Stop Hate

Deputado Max Russi e prefeito de Rondonópolis são alvos de ataques virtuais

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado estadual Max Russi (Podemos), e o prefeito de Rondonópolis, Claudio Ferreira (PL), estão entre as vítimas de ataques virtuais investigados pela Polícia Civil de Mato Grosso durante a Operação Stop Hate, deflagrada nesta quarta-feira (20).

As investigações também identificaram que um secretário municipal de Rondonópolis foi alvo das publicações consideradas ofensivas. Segundo a polícia, os ataques eram feitos por meio de perfis em redes sociais administrados pelos investigados.

De acordo com a apuração, uma das publicações acusava o deputado Max Russi de utilizar um secretário municipal de Rondonópolis como “testa de ferro”. A expressão costuma ser empregada para se referir a pessoas utilizadas por terceiros para a prática de atividades ilícitas, o que, segundo a investigação, provocou abalo à honra do parlamentar.

A Polícia Civil informou que, a partir dos elementos coletados durante a investigação, foi possível identificar responsáveis por uma empresa ligada aos perfis utilizados para divulgar imagens, vídeos e informações consideradas inverídicas e de tom jocoso contra as vítimas.

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Com base nas evidências, os investigadores representaram pela expedição de ordens judiciais contra os suspeitos, que foram autorizadas pela Justiça. As medidas incluem mandados de busca em endereços ligados aos investigados, além da apreensão de dispositivos eletrônicos, como celulares, computadores e mídias digitais, para análise e preservação de provas.

A decisão judicial também determinou medidas cautelares proibindo novas publicações relacionadas às vítimas identificadas no caso, além da proibição de contato entre os envolvidos.

Segundo o delegado da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos, Sued Dias Junior, as medidas foram necessárias para interromper a continuidade das condutas criminosas e garantir a efetividade das investigações.

“Além disso, com a apreensão dos dispositivos, será realizado o encaminhamento à Perícia Oficial e Identificação Técnica de Mato Grosso (Politec) para realização da perícia, inclusive dos conteúdos que possam trazer informações e novas provas dos crimes em apuração”, afirmou o delegado.

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ATÉ ZUNIL

Morre em Cuiabá o jornalista e radialista que se tornou referência do rádio em Mato Grosso

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O jornalista e radialista Dirceu Carlino morreu aos 92 anos nesta quarta-feira (20), em Cuiabá. Ele estava internado há cerca de uma semana, mas a causa da morte não foi divulgada.

Natural do interior de São Paulo, Dirceu se mudou para Mato Grosso na década de 1970. Foi nesse período que iniciou uma trajetória marcante no rádio do estado, atuando em emissoras como Rádio Cultura, Rádio Voz D’Oeste e CBN. Ele também trabalhou no Grupo Gazeta, consolidando-se como uma das vozes mais conhecidas do rádio mato-grossense.

A morte do comunicador gerou manifestações de pesar de autoridades e colegas de profissão. O governador em exercício de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, prestou solidariedade à família e aos profissionais da comunicação.

“Neste momento de dor, me solidarizo com os familiares, amigos e todos os profissionais da comunicação que conviveram com Dirceu. Que Deus conforte os corações e dê força para enfrentar essa perda”, afirmou.

A secretária de Estado de Comunicação de Mato Grosso, Laice Souza, também lamentou a morte do radialista e destacou o legado deixado por ele no jornalismo do estado.

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“Dirceu deixou um legado de proximidade com a população e a história da rádio do Estado, marcando gerações de ouvintes e colegas de profissão. Neste momento, desejo força e conforto a todos”, declarou.

Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o velório e o sepultamento do jornalista.

Jornalista: Mika Sbardelott

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