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Investigador Cumprirá 2 Anos por Homicídio Culposo de Policial Militar

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O julgamento havia sido suspenso em dezembro de 2025 após um desentendimento entre a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira e o advogado Cláudio Dalledone, sendo retomado na última terça-feira (12).

No primeiro dia, a viúva de Thiago, Walkiria Filipaldi Corrêa, falou sobre o impacto da morte do marido na filha do casal, de 11 anos, que chegou a se cortar e a tentar se comunicar com o pai após o crime.

O investigador da DHPP e amigo da vítima, Walfredo Raimundo Adorno Mourão Júnior, presente no momento do crime, relatou ter pedido perdão à mãe de Thiago por não conseguir salvar o policial. Walfredo também compartilhou dificuldades pessoais, incluindo problemas de saúde da filha e uso de drogas, informações que foram questionadas durante o julgamento quanto à sua credibilidade.Debate acalorado entre defesa e Ministério Público

Nos dias seguintes, o julgamento foi marcado por embates entre os advogados da defesa e o promotor, além de longos questionamentos aos depoentes, que geraram desgaste emocional.

Durante o terceiro dia, Mário defendeu-se alegando que Thiago teria realizado um “ataque suicida” e que os disparos foram feitos apenas em legítima defesa. Ele afirmou que todos os tiros foram disparados no chão, sem intenção de atingir o policial. Mário também explicou que suspeitou de Thiago por causa de tatuagens e por acreditar que ele era fornecedor de drogas.

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O crime

Segundo a investigação, na madrugada do crime, Thiago e um amigo chegaram à conveniência do posto, e posteriormente Mário foi apresentado a ele. Câmeras de segurança registraram a interação antes do incidente. Em determinado momento, Thiago teria mostrado a arma que portava, e Mário se apoderou do revólver, efetuando os disparos que resultaram na morte do policial militar.

Mário respondia por homicídio qualificado, com agravantes de motivo fútil e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima, conforme a denúncia do Ministério Público.

Jornalista: Mika Sbardelott

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Policial

Delegado passa por cirurgia após ser baleado por colega da Polícia Civil

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O delegado Bruno França, da Polícia Civil de Sorriso (420 km de Cuiabá), passou por cirurgia nesta quinta-feira (15) para tentar salvar o dedo anelar da mão esquerda, após ser baleado pelo investigador R.P.R., conhecido como “Betão”, em um episódio que começou com uma discussão e terminou em tentativa de homicídio. O caso ocorreu no bairro Recanto dos Pássaros.

O incidente aconteceu na noite de quarta-feira (13), depois de um desentendimento entre os dois servidores da Polícia Civil. Bruno foi atingido por um disparo de espingarda calibre 12, conforme registrado no boletim de ocorrência.

Segundo informações, a confusão começou em um grupo de WhatsApp, e evoluiu quando Bruno teria ido até a residência do investigador, onde a discussão continuou. Durante o conflito, os dois acabaram troca de tiros.

O investigador afirmou que atirou em legítima defesa, após se sentir ameaçado de morte pelo delegado. Mesmo ferido, Bruno conseguiu dirigir até uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde recebeu os primeiros cuidados, antes de ser transferido para o Hospital Villa Romana.

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De acordo com nota da unidade, o delegado foi submetido a cirurgia para fixação da fratura do dedo e segue sob os cuidados do ortopedista Dr. Guilherme Dias, especialista em mãos. A equipe médica está monitorando a viabilidade do membro para evitar amputação definitiva.

“Neste momento, o quadro clínico é considerado estável e o paciente encontra-se fora de risco. O Hospital Villa Romana segue prestando toda a assistência necessária ao paciente”, diz a nota do hospital.

Jornalista: Mika Sbardelott

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