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Disneylândia morre após AVC em MT

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Disneylândia Nascimento de Paula, de 47 anos, morreu na quinta-feira (21) após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC). O sepultamento está previsto para acontecer nesta sexta-feira (22), às 17h, no cemitério municipal de Peixoto de Azevedo, município localizado a 674 quilômetros de Cuiabá.

Disneylândia ficou conhecida nacionalmente por fazer parte de uma família mato-grossense cujos integrantes receberam nomes inspirados no universo de Walt Disney. Ao todo, são seis irmãos com nomes considerados incomuns.

Na ordem de nascimento, vieram Disney, Raimidney e Disley. Na quarta gestação nasceu a única mulher da família, batizada de Disneylândia. Depois dela nasceram Sirney e o caçula, Sidney.

Em 2024, a família contou que os nomes foram escolhidos pelo pai dos irmãos, admirador de Walt Disney, que sonhava em conhecer os parques da Disney. Ele morreu há mais de 20 anos sem conseguir realizar o desejo.

Além de carregar o nome inspirado no universo Disney, Disneylândia também era apaixonada pelo estúdio e colecionava objetos e itens relacionados aos personagens.

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Nas redes sociais, o irmão Disney lamentou a morte da irmã e prestou homenagem.

“Peço a Deus que receba minha irmãzinha de braços abertos e conforte toda nossa família neste momento de tanta dor”, escreveu.

Disneylândia deixa o marido e um filho de 15 anos.

Jornalista: Mika Sbardelott

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ATÉ ZUNIL

Prefeitura paga R$ 450 mil por shows gospel em evento da “paz”

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A gestão do prefeito Alei Fernandes (União) oficializou a contratação de dois nomes de grande apelo no meio gospel para um evento municipal batizado de “Dia pela Paz e da Conciliação”, que será realizado na Praça das Fontes, em Sorriso.

Com discurso de união e celebração da paz, o evento gratuito ao público terá custo elevado aos cofres públicos: R$ 450 mil apenas em cachês de artistas.

A maior fatia do recurso foi destinada à cantora Aline Barros, que receberá R$ 320 mil por uma apresentação viabilizada pela empresa Criative Music Ltda. Já o cantor Juninho Cassimiro, também do segmento religioso, terá cachê de R$ 130 mil.

O contraste entre o discurso de “paz e conciliação” e o alto investimento público em atrações musicais levanta questionamentos sobre prioridades da gestão municipal e o uso de recursos em meio a demandas sociais mais urgentes.

Enquanto o evento é divulgado como uma celebração aberta à população, críticos apontam para o modelo conhecido popularmente como “pão e circo”, em que grandes eventos são usados para mobilização popular enquanto serviços essenciais seguem pressionados.

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A programação está marcada para o dia 18 de julho e deve atrair grande público à Praça das Fontes, transformando o espaço público em palco de apresentações de forte apelo religioso e midiático.

Jornalista: Mika Sbardelott

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