Luto em Cuiabá

Fundador da tradicional Nevaska morre em Cuiabá

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O empresário Euclides Pereira, um dos fundadores da tradicional Sorveteria Nevaska, morreu nesta sexta-feira (8), em Cuiabá. Reconhecido como uma das figuras responsáveis pela consolidação da marca na capital mato-grossense, ele deixa um legado marcado pela dedicação ao empreendedorismo e pela construção de uma história afetiva junto às famílias cuiabanas.

Em nota oficial, a empresa lamentou a perda e afirmou receber a notícia com “imensa tristeza”. A Nevaska destacou ainda que a trajetória de Euclides Pereira permanecerá como um legado permanente na história da instituição e na memória dos clientes que acompanharam o crescimento da sorveteria ao longo das décadas.

Como forma de homenagem e respeito ao empresário, a direção da rede informou que todas as unidades da sorveteria permanecerão fechadas neste sábado (9) e domingo (10), em solidariedade aos familiares e amigos.

O velório está sendo realizado na Capela Jardins, com encerramento previsto para as 16h deste sábado.

A morte de Euclides Pereira gerou repercussão entre empresários, clientes e autoridades políticas de Mato Grosso. O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, e a primeira-dama, Samantha Iris, manifestaram pesar pela perda.

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“Cuiabá perde um homem trabalhador, que ajudou a construir uma história de tradição e afeto na nossa cidade. Que Deus conforte o coração de todos os familiares e amigos neste momento tão difícil”, afirmaram em nota.

A trajetória de Euclides Pereira se confunde com a história da própria Nevaska, considerada uma das sorveterias mais tradicionais de Cuiabá e símbolo de convivência entre gerações na capital mato-grossense.

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ATÉ ZUNIL

Max Russi diz que ALMT manterá nome de Raquel Cattani em sala da Procuradoria da Mulher

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado estadual Max Russi, afirmou que não pretende retirar o nome de Raquel Cattani da sala da Procuradoria da Mulher da Casa.

A declaração ocorre em meio ao debate sobre a homenagem prestada à jovem, vítima de feminicídio em 2024. Segundo o parlamentar, a permanência do nome representa um símbolo da luta contra a violência de gênero e da defesa das mulheres em Mato Grosso.

Max Russi informou ainda que convidou os pais de Raquel, o deputado estadual Gilberto Cattani e a agricultora Sandra Cattani, para uma conversa em busca de entendimento e consenso sobre o tema.

De acordo com o presidente da ALMT, a intenção é conduzir o debate de forma respeitosa, preservando a memória de Raquel e reforçando o compromisso institucional no enfrentamento ao feminicídio.

A homenagem foi criada como forma de manter viva a lembrança da jovem e ampliar a conscientização sobre a violência contra a mulher no Estado.

Jornalista: Mika Sbardelott

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