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Júri de investigador acusado de matar PM em Cuiabá entra no segundo dia com depoimentos tensos,; Acompanhe ao vivo

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O Tribunal do Júri retomou, na manhã desta quarta-feira (13), o segundo dia de julgamento do investigador da Polícia Civil Mário Wilson Vieira da Silva Gonçalves, acusado de matar a tiros o policial militar Thiago de Souza Ruiz.

O crime ocorreu em abril de 2023, em uma conveniência de posto de combustível nas proximidades da Praça 8 de Abril, em Cuiabá.

A sessão teve início ainda na terça-feira (12) e foi marcada por momentos de emoção, tensão e embates entre defesa e acusação, principalmente durante os depoimentos das testemunhas.

Depoimentos no primeiro dia

A primeira pessoa ouvida foi Walkiria Filipaldi Corrêa, companheira do policial militar morto.

Na sequência, prestou depoimento o delegado André Monteiro, responsável pelas investigações iniciais do caso. Durante o interrogatório conduzido pelo advogado de defesa Cláudio Dalledone, foi levantada a tese de que o investigador teria atirado após desconfiar que Thiago não era policial militar.

O delegado confirmou que essa hipótese foi considerada no decorrer das investigações.

“O Mário Wilson não acreditava que ele era policial militar”, afirmou André Monteiro ao responder aos questionamentos da defesa.

Outro ponto discutido durante o júri foi a disputa pela arma antes dos disparos. Segundo o delegado, Thiago teria tentado recuperar a própria pistola momentos antes de ser baleado.

“O Tiago tentou recuperar a sua arma”, declarou.

Questionado sobre o que poderia ter motivado os disparos, o delegado afirmou acreditar que o acusado pode ter reagido por medo.

“Imagino que ele deve ter se sentido ameaçado, com medo de morrer”, disse.

Momento de tensão no júri

O investigador da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa, Walfredo Raimundo Adorno Mourão Junior, também foi ouvido e protagonizou um dos momentos mais tensos da sessão.

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Ele relatou ter sido o responsável por apresentar Thiago ao acusado pouco antes da confusão.

“Eu apresentei os dois como Mike e Charlie”, afirmou durante o depoimento.

Segundo a testemunha, o clima mudou rapidamente e o investigador teria reagido de forma agressiva contra o policial militar.

“Ele pegou no braço do Tiago e falou: ‘Você não é policial, porra!’”, relatou.

Julgamento continua

O julgamento segue nesta quarta-feira com a continuidade dos depoimentos e os debates entre defesa e acusação. Ao final dessa fase, os jurados deverão decidir se o investigador Mário Wilson Vieira da Silva Gonçalves é culpado ou inocente pela morte do policial militar Thiago de Souza Ruiz.

Acompanhe ao vivo abaixo:

 

Jornalista: Luan Schiavon

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Policial civil reage a ataque a tiros em comércio e criminosos fogem em MT

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Um policial civil à paisana reagiu a uma tentativa de homicídio na noite desta terça-feira (12) dentro de um estabelecimento comercial no município de Pontes e Lacerda, a cerca de 448 quilômetros de Cuiabá.

De acordo com informações, dois suspeitos chegaram ao local em uma motocicleta por volta das 19h. Câmeras de segurança registraram o momento em que a dupla se aproxima do comércio.

O alvo dos criminosos seria um homem que estava dentro do estabelecimento acompanhado de outras duas pessoas.

Ainda do lado de fora, um dos suspeitos efetuou diversos disparos de arma de fogo através da vitrine do local, tentando atingir a vítima.

No momento do ataque, um policial civil que estava no estabelecimento sacou a arma e reagiu, efetuando disparos contra os suspeitos.

Após a reação, os criminosos abandonaram a motocicleta usada na ação e fugiram correndo a pé. Até o momento, eles não foram localizados.

A motocicleta deixada pela dupla foi apreendida. Durante checagem, os agentes constataram que o veículo possuía registro de roubo em outro estado.

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Equipes da Polícia Civil do Estado de Mato Grosso e da Polícia Militar do Estado de Mato Grosso realizam diligências para identificar e localizar os envolvidos. O caso segue sob investigação.

Vídeo:

Jornalista: Luan Schiavon

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