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Amigos matam jovem após confundir tatuagem com símbolo de facção rival

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Um crime brutal chocou moradores de Sorriso. O jovem David Fernandes de Souza, de 21 anos, foi assassinado após amigos associarem uma tatuagem dele — o símbolo asiático yin yang — a uma facção criminosa rival.

De acordo com o delegado Bruno França, responsável pela investigação, os suspeitos também afirmaram ter encontrado no celular da vítima indícios de ligação com o grupo rival. Essa versão, no entanto, ainda está sendo analisada pela polícia.

David estava desaparecido desde o dia 1º de abril. O corpo dele foi encontrado enterrado em uma área de mata na tarde desta quarta-feira (29), após um dos envolvidos confessar o crime.

O suspeito foi preso na cidade de Lucas do Rio Verde e indicou aos investigadores o local onde o corpo estava enterrado.

Segundo o delegado, a vítima foi atraída ao local sob o pretexto de receber um “salve”, uma espécie de punição aplicada por integrantes de facções criminosas.

“Não sabemos de onde tiraram essa interpretação, mas eles relacionaram a tatuagem à facção rival”, afirmou o delegado.

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Ao chegar ao local, David teria sido estrangulado com um cadarço. Depois, os criminosos cavaram uma cova profunda para esconder o corpo — algo que chamou a atenção da polícia.

“Normalmente, nesses casos, as covas são rasas. Nesse caso, eles cavaram uma cova profunda”, destacou o delegado.

Além do suspeito preso em Lucas do Rio Verde, outros dois envolvidos já foram identificados. Eles estão presos por tráfico de drogas e devem receber mandado de prisão pelo homicídio ainda dentro da cadeia.

Natural do estado do Maranhão, David teria sido morto em um contexto ligado à disputa entre facções criminosas, segundo as investigações.

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Policial novato vira assunto nas redes após anúncio íntimo com camisa da corporação

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Um escrivão recém-empossado da Polícia Civil de Mato Grosso acabou virando assunto nos grupos de WhatsApp de Cuiabá — mas não exatamente por algum grande trabalho investigativo.

O motivo? Fotos íntimas atribuídas ao servidor, nas quais ele aparece usando a camisa da corporação enquanto exibe o órgão genital, começaram a circular nas redes sociais e em aplicativos de mensagens. As imagens teriam sido publicadas em um perfil de site de acompanhantes supostamente criado pelo próprio policial.

Se confirmadas, as fotos mostram que o jovem decidiu misturar duas “carreiras”: a de agente da lei e a de garoto de programa — uma combinação que, claro, não costuma constar no manual da corporação.

“Policial novinho de Cuiabá”

No perfil divulgado, o rapaz de 27 anos se apresenta como “policial novinho de Cuiabá (MT)”. A descrição segue em tom bastante confiante — ou de marketing agressivo, dependendo do ponto de vista.

Na biografia, ele se descreve como “baixinho, porém macho, malhado e forte”, afirmando ainda oferecer “18 cm de puro prazer”.

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O anúncio também traz informações detalhadas sobre o serviço oferecido, incluindo valor e contato direto via WhatsApp.

Tabela de preços

Entre as informações divulgadas no perfil, aparece ainda o valor cobrado pelo atendimento: R$ 200 por hora, com preferência por homens e homens trans.

Ou seja, enquanto muitos recém-aprovados em concurso ainda estão tentando decorar leis e procedimentos, o jovem aparentemente já estava montando uma espécie de “plano B” — ou talvez um “bico” paralelo.

Investigação interna

De acordo com a Polícia Civil de Mato Grosso, o agente é recém-empossado e atualmente participa do curso de formação na Academia de Polícia Civil de Mato Grosso (Acadepol).

Agora, o caso acabou chamando a atenção da Corregedoria da própria instituição. O ponto mais delicado da denúncia é o possível uso da camisa oficial da polícia nas imagens, o que pode configurar uso indevido da imagem institucional.

Se as informações forem confirmadas, um procedimento administrativo disciplinar poderá ser instaurado.

Defesa ainda não se manifestou

Até o momento, não há confirmação oficial de que o perfil pertença de fato ao servidor. A reportagem tenta localizar a defesa do policial citado.

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Enquanto isso, nas redes sociais cuiabanas, o episódio já virou motivo de piada e memes — afinal, não é todo dia que um caso policial começa com fotos íntimas, passa por um site de acompanhantes e termina sendo investigado… pela própria polícia.

O espaço segue aberto para manifestação.

Jornalista: Mika Sbardelott

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