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Policial novato vira assunto nas redes após anúncio íntimo com camisa da corporação

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Um escrivão recém-empossado da Polícia Civil de Mato Grosso acabou virando assunto nos grupos de WhatsApp de Cuiabá — mas não exatamente por algum grande trabalho investigativo.

O motivo? Fotos íntimas atribuídas ao servidor, nas quais ele aparece usando a camisa da corporação enquanto exibe o órgão genital, começaram a circular nas redes sociais e em aplicativos de mensagens. As imagens teriam sido publicadas em um perfil de site de acompanhantes supostamente criado pelo próprio policial.

Se confirmadas, as fotos mostram que o jovem decidiu misturar duas “carreiras”: a de agente da lei e a de garoto de programa — uma combinação que, claro, não costuma constar no manual da corporação.

“Policial novinho de Cuiabá”

No perfil divulgado, o rapaz de 27 anos se apresenta como “policial novinho de Cuiabá (MT)”. A descrição segue em tom bastante confiante — ou de marketing agressivo, dependendo do ponto de vista.

Na biografia, ele se descreve como “baixinho, porém macho, malhado e forte”, afirmando ainda oferecer “18 cm de puro prazer”.

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O anúncio também traz informações detalhadas sobre o serviço oferecido, incluindo valor e contato direto via WhatsApp.

Tabela de preços

Entre as informações divulgadas no perfil, aparece ainda o valor cobrado pelo atendimento: R$ 200 por hora, com preferência por homens e homens trans.

Ou seja, enquanto muitos recém-aprovados em concurso ainda estão tentando decorar leis e procedimentos, o jovem aparentemente já estava montando uma espécie de “plano B” — ou talvez um “bico” paralelo.

Investigação interna

De acordo com a Polícia Civil de Mato Grosso, o agente é recém-empossado e atualmente participa do curso de formação na Academia de Polícia Civil de Mato Grosso (Acadepol).

Agora, o caso acabou chamando a atenção da Corregedoria da própria instituição. O ponto mais delicado da denúncia é o possível uso da camisa oficial da polícia nas imagens, o que pode configurar uso indevido da imagem institucional.

Se as informações forem confirmadas, um procedimento administrativo disciplinar poderá ser instaurado.

Defesa ainda não se manifestou

Até o momento, não há confirmação oficial de que o perfil pertença de fato ao servidor. A reportagem tenta localizar a defesa do policial citado.

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Enquanto isso, nas redes sociais cuiabanas, o episódio já virou motivo de piada e memes — afinal, não é todo dia que um caso policial começa com fotos íntimas, passa por um site de acompanhantes e termina sendo investigado… pela própria polícia.

O espaço segue aberto para manifestação.

Jornalista: Mika Sbardelott

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“Bala perdida resolveria”, diz suspeito ao ameaçar secretária de Educação; Polícia Civil investiga

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A secretária municipal de Educação de Mirassol D’Oeste, a cerca de 300 quilômetros de Cuiabá, Rosana de Cássia Botelho de Carvalho, 57 anos, foi alvo de calúnias, ataques misóginos e até ameaças de morte em um grupo de WhatsApp criado para discutir o transporte escolar no município. O caso já é investigado pela Polícia Civil de Mato Grosso.

De acordo com informações apuradas pela reportagem, mensagens de voz atribuídas a um homem identificado pelas iniciais F.A.A.P. passaram a circular em grupos de moradores. Nos áudios, o suspeito incita a população a cometer violência contra a secretária, sugerindo que ela poderia ser vítima de “bala perdida” ou atropelamento. Ele chega a afirmar que esse tipo de situação não seria crime e declara que a morte da gestora seria a única solução para a cidade.

Em entrevista, Rosana afirmou que nunca teve qualquer contato com o suspeito e que, segundo informações preliminares, ele sequer seria morador do município. Assim que tomou conhecimento das ameaças, ela registrou um boletim de ocorrência.

Apesar da gravidade das mensagens, a secretária afirmou que o sentimento predominante não é de medo, mas de indignação diante das acusações feitas contra ela.

“Ele nem sabe quem eu sou, nunca teve contato comigo. O que mais me dói não é nem a ameaça de morte, mas as ofensas, me chamando de vagabunda, desonesta e ladrona. Isso me deixa indignada e emocionalmente abalada pelo fato de ver o meu nome envolvido em algo tão baixo”, declarou.

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Mudança no transporte escolar gerou revolta

Segundo a secretária, os ataques começaram após mudanças no transporte escolar urbano do município. Rosana explicou que o serviço vinha sendo realizado de forma irregular, sem cumprir exigências legais, com falta de motoristas e número insuficiente de veículos, o que resultava em superlotação e risco para os estudantes.

Diante da situação, a gestão decidiu suspender o transporte urbano, mantendo o serviço apenas para alunos com problemas de saúde comprovados.

Após a decisão, foi criado um grupo de WhatsApp para discutir o tema. Nesse espaço, o suspeito passou a fazer acusações sem provas e utilizar termos ofensivos contra a secretária. Em um dos áudios, ele afirma que “acidente de carro e bala perdida não são crimes” e questiona por que a população não tomaria alguma atitude contra a gestora. Em outra gravação, chega a insinuar o uso de arma de fogo, dizendo que um “tiro acidental” também não seria crime.

Rosana afirma que, mesmo após as denúncias, a situação causa revolta.

“Não tenho medo. Sou uma pessoa muito devota e acredito que Deus está me protegendo, mas é muito difícil ver meu nome envolvido em uma situação dessas”, disse.

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Prefeitura repudia ataques

Em nota oficial, a Prefeitura de Mirassol D’Oeste manifestou repúdio às ameaças e declarou total apoio à secretária. A administração classificou os áudios como criminosos e destacou que as mensagens incitam explicitamente a violência contra uma servidora pública.

O município também condenou o que chamou de violência política e misoginia, ressaltando a gravidade das acusações infundadas e cobrando rigor nas investigações. A prefeitura ainda defendeu a adoção de medidas protetivas para garantir a integridade física da gestora.

“A incitação ao assassinato é crime grave que deve ser investigado e punido com rigor pelas autoridades competentes”, destacou a administração municipal em trecho da nota.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil de Mato Grosso. A reportagem tentou contato com o suspeito citado nas mensagens, mas até o fechamento desta matéria não obteve retorno. O espaço permanece aberto para manifestação.

Jornalista: Mika Sbardelott

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