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Perícia descarta crime e aponta curto em câmara fria como causa de incêndio na Educação de VG

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A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os trabalhos no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar de Várzea Grande e descartou a hipótese de ação criminosa no incêndio registrado no último dia 17 de junho.

De acordo com as investigações, o fogo teve causa acidental e começou na câmara fria que armazenava alimentos destinados à merenda escolar, localizada no Anexo I da Secretaria Municipal de Educação. O galpão era utilizado como centro logístico para armazenamento de merenda, materiais e equipamentos escolares.

A conclusão pericial foi baseada no cruzamento de vestígios encontrados no local, imagens de câmeras de segurança e depoimentos de testemunhas. Segundo a Politec, o incêndio teve início após um fenômeno termoelétrico na fiação superior da câmara fria.

Com auxílio de drones, a equipe pericial realizou vistorias externas e aéreas em toda a área destruída. Conforme o perito oficial criminal Augusto César de Figueiredo, não foi possível identificar a causa exata da falha elétrica, que pode ter sido provocada por curto-circuito, sobrecarga ou descarga elétrica contínua.

“Tudo começou na parte superior da câmara fria e se espalhou pelos dois sentidos do pavilhão. Nos fundos, as chamas atingiram dois veículos estacionados próximos à câmara. O alto potencial térmico dos carros, somado à grande quantidade de material combustível dentro do prédio, acelerou a propagação e causou a destruição total da estrutura”, explicou o perito.

Ainda segundo a perícia, o prédio já foi liberado para a Polícia Civil de Mato Grosso, que dará continuidade aos procedimentos cabíveis.

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O laudo pericial definitivo deve ser concluído em até 30 dias e reunirá detalhes dos exames laboratoriais, imagens do circuito de segurança, depoimentos e o mapeamento completo da dinâmica do incêndio.

Jornalista: Luan Schiavon

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ATÉ ZUNIL

Advogado Carlos Alberto Paes morre aos 79 anos

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O advogado Carlos Alberto de Oliveira Paes morreu na manhã desta sexta-feira (26), aos 79 anos, em Cuiabá. Ele estava internado há 25 dias no Hospital São Matheus, onde tratava problemas cardíacos.

Carlos Alberto construiu uma trajetória marcada pela dedicação à advocacia. Ao longo da carreira, atuou por mais de duas décadas como assessor jurídico da Unimed Cuiabá, sendo reconhecido pela contribuição prestada à área jurídica e ao cooperativismo médico.

A morte do advogado gerou comoção entre colegas, amigos e instituições com as quais manteve relação profissional ao longo da vida.

Em nota de pesar, a Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT) lamentou a perda e destacou a relevância de sua atuação na advocacia mato-grossense. A Unimed Cuiabá, a Unimed Brasil e o Sistema OCB também manifestaram pesar, ressaltando o legado profissional deixado por Carlos Alberto.

O velório será realizado neste sábado (27), das 6h30 às 12h, na Sala Tulipa da Capela Jardins, em Cuiabá.

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Familiares, amigos e colegas devem prestar as últimas homenagens durante a cerimônia de despedida.

Jornalista: Luan Schiavon

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