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MT terá fim de semana de calor escaldante, umidade abaixo de 20% e sem previsão de chuva

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Mato Grosso enfrentará mais um fim de semana de calor intenso, tempo seco e sem expectativa de chuva. Entre esta sexta-feira (24) e domingo (26), uma massa de ar seco que atua entre Mato Grosso e Goiás mantém o céu com poucas nuvens e favorece a elevação das temperaturas em praticamente todas as regiões do estado.

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a umidade relativa do ar deve cair para índices inferiores a 20% durante as tardes, situação considerada de atenção para a saúde. O órgão mantém um aviso amarelo de perigo potencial para baixa umidade em todo o território mato-grossense.

Na capital, Cuiabá, o calor segue predominando. Nesta sexta-feira, os termômetros variam entre 22°C e 35°C, mas durante o fim de semana a máxima pode chegar a 36°C. O céu permanece com poucas nuvens e não há previsão de chuva.

Em Chapada dos Guimarães, a cerca de 67 quilômetros de Cuiabá, o cenário será semelhante. Apesar da altitude e do clima normalmente mais ameno, as temperaturas devem oscilar entre 21°C e 37°C, com tempo firme e seco durante todo o período.

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A situação será ainda mais intensa em Cáceres, no Oeste do estado, onde a máxima pode atingir os 39°C. A previsão aponta predomínio de céu claro e ausência de chuva.

Em Rondonópolis, no Sul de Mato Grosso, os moradores também enfrentarão dias de muito calor. As mínimas devem ficar em torno dos 20°C, enquanto as máximas poderão alcançar 38°C, mantendo o tempo seco e estável.

Já em Sinop, no Norte do estado, a previsão indica temperaturas entre 24°C e 39°C, reforçando o cenário de calor extremo e baixa umidade.

Cuidados com o tempo seco

Com a combinação de altas temperaturas e umidade muito baixa, especialistas recomendam reforçar a hidratação ao longo do dia, evitar atividades físicas nos horários de maior calor e reduzir a exposição direta ao sol entre o fim da manhã e o meio da tarde.

Também é importante utilizar protetor solar, manter ambientes umidificados sempre que possível e dar atenção especial a crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias, que costumam ser os mais afetados pelas condições climáticas típicas desta época do ano em Mato Grosso.

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Jornalista: Mika Sbardelott

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Cuiabá

Sindicato denuncia suposto assédio moral e perseguição de padres no Colégio Salesiano São Gonçalo

Carta do Sintrae-MT aponta clima de autoritarismo, hostilidade e intolerância religiosa na unidade; denúncias teriam partido de professores e servidores.

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O Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino do Estado de Mato Grosso (Sintrae-MT) publicou uma carta denunciando uma série de supostas irregularidades na gestão do Colégio Salesiano São Gonçalo, em Cuiabá. As acusações são direcionadas ao diretor da unidade, padre Marcelo Fujimura, ao vice-diretor, padre Danilo Guedes, e à coordenadora pedagógica, Michela Falcão.

Segundo o sindicato, as denúncias partiram de professores e funcionários administrativos da instituição, que relatam episódios de assédio moral e um ambiente de trabalho marcado por perseguições e constrangimentos.

De acordo com a carta, nos sete meses da atual gestão, o clima interno da escola teria se deteriorado significativamente, sendo descrito como um ambiente de insegurança, autoritarismo, hostilidade, intolerância religiosa e perseguição contra docentes e servidores.

Entre as práticas apontadas pelo Sintrae-MT estão tratamento considerado grosseiro aos funcionários, cobranças administrativas realizadas fora do horário de expediente, invasão de salas de aula sem aviso prévio e elaboração de relatórios sobre o desempenho de professores, classificados pelo sindicato como abusivos.

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O documento também afirma que integrantes da direção teriam abordado alunos em busca de avaliações negativas sobre professores, além de promover situações de constrangimento durante as aulas.

Segundo a entidade sindical, as denúncias refletem um cenário de desgaste nas relações de trabalho e de comprometimento do ambiente escolar, afetando tanto profissionais quanto a rotina pedagógica da instituição.

Até o momento, o Colégio Salesiano São Gonçalo e os gestores citados não se manifestaram publicamente sobre as acusações. O espaço permanece aberto para manifestação da direção da escola e dos demais envolvidos.

Jornalista: Mika Sbardelott

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