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Empresário condenado por mandar matar adolescente é preso 14 anos após crime em Cuiabá

Rogério da Silva Amorim foi condenado a mais de 20 anos de prisão pela morte de Maiana Mariano Vilela, de 16 anos; prisão foi cumprida pela DHPP nesta terça-feira (26)

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A Polícia Civil cumpriu, na manhã desta terça-feira (26), a prisão do empresário Rogério da Silva Amorim, condenado como mandante do assassinato da adolescente Maiana Mariano Vilela, de 16 anos, crime ocorrido em dezembro de 2011, em Cuiabá. A ação foi realizada por equipes da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Vídeo gravado nesta manhã mostra o momento em que o empresário chega à sede da DHPP, na Capital, após ser detido pelos policiais civis.

Rogério foi condenado em outubro de 2016 a 20 anos e 3 meses de prisão, em regime fechado, por homicídio triplamente qualificado — por motivo torpe, mediante recompensa e com recurso que dificultou a defesa da vítima. No entanto, apenas seis dias após a condenação, ele conseguiu responder em liberdade por meio de recurso judicial.

De acordo com as investigações e denúncia apresentada pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Maiana desapareceu no dia 21 de dezembro de 2011, após descontar um cheque de R$ 500 em uma agência bancária localizada no bairro CPA II.

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Segundo o processo, Rogério teria pedido para a adolescente sacar o dinheiro e levá-lo até uma chácara. No local, ela foi rendida e assassinada por asfixia.

As investigações apontaram ainda que o empresário e a adolescente mantinham um relacionamento extraconjugal havia cerca de um ano e estariam vivendo juntos havia aproximadamente cinco meses quando o crime aconteceu.

Conforme o MPMT, Rogério contratou Paulo Ferreira Martins e Carlos Alexandre da Silva para executar o assassinato. Após a morte, o corpo da adolescente foi levado para uma área de mata na região do Coxipó do Ouro, onde foi enterrado em uma cova rasa. Os restos mortais de Maiana foram encontrados apenas cinco meses depois do desaparecimento.

Paulo Ferreira Martins confessou participação no crime e admitiu ter asfixiado a adolescente a mando do empresário. Ele foi condenado a 18 anos e 9 meses de prisão pelos crimes de homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver.

Já Carlos Alexandre da Silva, acusado de ajudar na ocultação do corpo, chegou a ser condenado em 2016 a um ano e seis meses de prisão em regime aberto. Anos depois, porém, a sentença foi anulada após recurso do Ministério Público, e ele passou por novo julgamento.

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Ainda segundo as investigações, os executores teriam recebido R$ 5 mil para cometer o crime. A motivação apontada pela acusação seria o fato de Maiana supostamente estar extorquindo o empresário.

Jornalista: Luan Schiavon

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Família procura idoso de 83 anos desaparecido após sair de casa em Várzea Grande

Geraldo Pereira Passos, que estava na cidade para tratamento de saúde, sumiu na tarde de segunda-feira (25); Polícia Civil investiga o caso

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A família do idoso Geraldo Pereira Passos, de 83 anos, procura pelo seu paradeiro após o desaparecimento registrado na tarde de segunda-feira (25), em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. O caso está sendo investigado pelo Núcleo de Pessoas Desaparecidas da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

De acordo com informações da Polícia Civil, Geraldo é morador de Porto Esperidião e estava em Várzea Grande para realizar tratamento de saúde e exames médicos. Durante o período, ele estava hospedado na casa da filha.

Segundo relato da familiar, o idoso saiu sozinho da residência por volta das 14h, enquanto ela estava em um cartório resolvendo questões pessoais. Desde então, ele não foi mais visto.

Geraldo Pereira Passos possui problemas de saúde, incluindo hipertensão arterial, diabetes e dificuldades de locomoção em razão de trombose, o que limita sua capacidade de caminhar por longas distâncias. Ele também faz uso contínuo de medicamentos.

Durante as buscas iniciais, o Núcleo de Pessoas Desaparecidas recebeu informações de que o idoso teria sido socorrido após sofrer uma queda em via pública e encaminhado ao Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande. No entanto, ele teria deixado a unidade hospitalar antes de receber alta médica.

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A Polícia Civil segue com as diligências para localizar o idoso e pede apoio da população com qualquer informação que possa ajudar nas buscas.

Informações podem ser repassadas diretamente à DHPP ou pelo telefone (65) 98173-0565, de forma anônima.

Jornalista: Luan Schiavon

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