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Advogada de Mato Grosso é anunciada como candidata à Presidência da República pelo Democracia Cristã

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A advogada mato-grossense Clariana Barão foi anunciada pelo partido Democracia Cristã (DC) como candidata à Presidência da República nas eleições de 2026. A decisão ocorre após a desistência do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, de disputar o Palácio do Planalto.

A informação foi divulgada inicialmente pela coluna Painel, da Folha de S.Paulo, e posteriormente confirmada pela direção nacional da legenda.

Atual presidente do diretório estadual do Democracia Cristã em Mato Grosso, Clariana terá a candidatura oficializada durante a convenção nacional do partido, marcada para o próximo dia 2 de agosto.

Com a definição, ela passa a integrar a disputa presidencial como a segunda mulher confirmada na corrida ao Palácio do Planalto em 2026. A outra candidatura feminina já anunciada é a de Samara Martins, da Unidade Popular (UP).

A escolha foi celebrada nas redes sociais pela própria advogada e pelo presidente nacional do Democracia Cristã, João Caldas. Na madrugada deste sábado (25), Clariana publicou um vídeo mostrando os bastidores da gravação de um pronunciamento político, indicando o início da mobilização da pré-campanha.

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A entrada da mato-grossense na disputa amplia a participação de Mato Grosso no cenário político nacional e coloca o estado em evidência na corrida eleitoral de 2026, que começa a ganhar forma com as definições dos partidos e a oficialização de candidaturas.

 

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Jayme diz que vencerá convenção do União e acusa grupo de Mauro e Pivetta de pressionar convencionais

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O senador Jayme Campos (União Brasil) afirmou que está confiante na vitória durante a convenção estadual do partido, marcada para a próxima quinta-feira (30), e declarou que acredita ser homologado como candidato ao Governo de Mato Grosso. Apesar de reconhecer uma intensa disputa nos bastidores, o parlamentar afirmou que não trabalha com a hipótese de derrota.

Segundo Jayme, convencionais do União Brasil estariam sendo pressionados por lideranças ligadas ao ex-governador Mauro Mendes e ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos) para apoiar outro projeto político. Sem apresentar provas, o senador afirmou que, além das pressões, haveria até oferta de vantagens que classificou como incompatíveis com a prática republicana.

“Eu não trabalho com pressupostos. Eu acredito plenamente que eu vou ganhar a convenção. Apesar de que está vindo uma pressão muito grande, tanto do governador atual, como do Mauro e de outras pessoas, pressionando convencionais e oferecendo muitas vezes até coisas que, escusas. Mas eu não levo em consideração. Eu tenho certeza que os membros do partido sabem bem escolher aquele que é o melhor para o encaminhamento”, declarou nesta quinta-feira (23).

Mesmo diante do cenário de disputa interna, Jayme demonstrou tranquilidade e reforçou que acredita contar com apoio suficiente para vencer a convenção e representar o União Brasil na corrida ao Palácio Paiaguás.

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Questionado sobre qual será seu futuro político caso seja derrotado, o senador voltou a afastar essa possibilidade. Segundo ele, somente em um cenário de derrota reuniria seu grupo político para discutir os próximos passos.

“Não passa pela minha cabeça. Não tem nada quanto à derrota. Eu não acredito que eu vou perder, eu vou ganhar”, afirmou.

Convenção definirá rumo do União em Mato Grosso

A convenção estadual do União Brasil foi oficializada nesta semana pelo presidente estadual da legenda, Mauro Mendes, após a publicação do edital no Diário Oficial da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM). A decisão encerrou dias de incerteza entre lideranças do partido sobre a realização do encontro.

Além da escolha do candidato ao Governo de Mato Grosso, os convencionais também deverão homologar as chapas de candidatos à Câmara dos Deputados, Assembleia Legislativa e Senado.

A disputa interna ocorre em meio ao esforço do grupo de Mauro Mendes para consolidar o apoio do União Brasil à candidatura de Otaviano Pivetta ao Governo do Estado. Do outro lado, Jayme Campos mantém sua pré-candidatura e afirma que possui respaldo suficiente entre os convencionais para vencer a votação e liderar o projeto da legenda nas eleições deste ano.

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Jornalista: Mika Sbardelott

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