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Entre o casamento e a política: escolha termina em separação

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O prefeito de Sinop, Roberto Dorner (PL), afirmou que o fim de seu casamento com a arquiteta Scheila Pedroso teve como principal motivo divergências políticas. Segundo ele, a decisão ocorreu após a ex-esposa manifestar interesse em disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

A declaração foi feita durante entrevista coletiva concedida na última terça-feira (14). “Nossa separação foi basicamente por causa de política. Ela quer ser candidata e eu não queria. [Eu falei] que se ela fosse candidata eu iria me separar, aí ela topou”, disse o prefeito.

Scheila deixou o cargo de secretária municipal de Planejamento Urbano e Habitação em março deste ano. Após o desligamento, filiou-se ao Podemos e deve disputar uma cadeira no parlamento estadual ainda neste ano.

O relacionamento entre Dorner, de 76 anos, e Scheila, de 32, teve início cerca de cinco anos antes do casamento, realizado em novembro de 2021, em um resort de luxo em Punta Cana, na República Dominicana. À época, o prefeito estava licenciado do cargo para a cerimônia.

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O fim do casamento foi anunciado publicamente em março de 2025, por meio das redes sociais. Apesar da separação, Dorner afirmou que mantém uma relação amistosa com a ex-esposa. “Não perdemos a amizade, continuamos sendo amigos. Ela vai lá em casa, volta e meia, almoça, fala com nós”, declarou.

Questionado sobre eventual apoio à candidatura de Scheila, o prefeito demonstrou cautela. Ele ressaltou compromissos políticos com seu partido, o Partido Liberal, e com o Republicanos, aliados na região. “Não posso falar que eu pedi voto para ela porque hoje eu tenho um compromisso com os nossos partidos aliados”, afirmou.

Até o momento, não há confirmação oficial de candidatura dentro das siglas citadas pelo prefeito.

Jornalista: Mika Sbardelott

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Crise no Samu deixa apenas 5 das 12 unidades em funcionamento em Cuiabá e Várzea Grande

Falta de equipes paralisa ambulâncias e compromete atendimento de urgência

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Apenas 5 das 12 unidades do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estão em funcionamento atualmente em Cuiabá e Várzea Grande. A informação foi divulgada pelo presidente do Sindicato dos Servidores Públicos da Saúde de Mato Grosso, Carlos Mesquita, que alerta para prejuízos diretos à população.

De acordo com Mesquita, a falta de equipes resultou na paralisação de sete ambulâncias, reduzindo drasticamente a capacidade de resposta em situações de emergência. Um exemplo citado ocorreu durante os preparativos para o aniversário de Cuiabá, no Parque das Águas, quando um trabalhador caiu de cerca de quatro metros e aguardou mais de 30 minutos por atendimento.

“Se as ambulâncias não estão prontas para o atendimento, a população acaba sendo prejudicada. Emergências acontecem a todo momento”, afirmou o sindicalista.

Desligamento de servidores agrava situação

Os profissionais atribuem a crise ao desligamento de 56 servidores, sem a devida reposição das equipes. Com isso, diversas bases foram desativadas. Em Cuiabá, regiões como Centro, Parque Cuiabá, Parque Ohara, Pedra 90, São João Del Rey e Macaubal estão entre as afetadas.

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Já em Várzea Grande, bases no Grande Cristo Rei, São Mateus, Chapéu do Sol e Marajoara também enfrentam paralisações. As motolâncias, utilizadas para agilizar o atendimento, estão fora de operação há vários dias, segundo os trabalhadores.

Categoria critica gestão e cobra providências

Os servidores criticam a atuação da Secretaria Estadual de Saúde de Mato Grosso e afirmam que a condução da crise tem agravado o problema. Muitos dos profissionais desligados atuaram na linha de frente durante a pandemia, o que, segundo a categoria, torna a situação ainda mais sensível.

O caso chegou à Assembleia Legislativa de Mato Grosso, onde os trabalhadores pedem apoio do governador Otaviano Pivetta e do chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho.

O secretário estadual de Saúde, Juliano Melo, deve prestar esclarecimentos em audiência marcada para quarta-feira (22), às 8h.

Serviço já opera de forma reduzida

Apesar de não planejarem uma paralisação oficial, os profissionais reconhecem que o atendimento já está comprometido. “Não queremos privilégio, queremos trabalhar. Mas, da forma como está, o serviço já está reduzido”, disse Mesquita.

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Caso não haja solução imediata, a categoria pretende realizar mobilizações e ações para informar a população sobre a situação do Samu nas duas cidades.

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