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Aluno de medicina fica em choque ao achar corpo de amigo em aula de anatomia

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Um aluno de medicina por nome de Enya Egbe, de 26 anos levou o maior susto de sua vida ao chegar na aula de anatomia e ver que o cadáver a ser estudado tratava-se de seu amigo Divine.

Enya entrou em choque e saiu correndo em pratos para fora da sala. Outros colegas o seguiram para ver o que se passava e o estudante explicou o fato.

Divine estava com duas perfurações de balas em seu peito. Havia chegado na faculdade como se fosse o corpo de um criminoso, como era de costume, na Nigéria, universidades aceitarem corpos de bandidos para estudarem.

Além da surpresa de ver o amigo morto, Enya sabia que aquele corpo não era de uma pessoa criminosa. Então ele ligou para os pais de seu amigo e comunicou o ocorrido. A família do cadáver informou que sabia que o filho havia sido preso após uma “noitada” (que ele havia saído para bebe com mais outros dois colegas), mas que já havia percorrido várias delegacias e não encontrava o filho.

Egbe, ele ficou tão traumatizado ao ver o corpo do amigo que abandonou os estudos por semanas, imaginando Divine em pé ao lado da porta, sempre que tentava entrar na sala de anatomia. Ele se formou um ano depois de seus colegas de classe e agora trabalha em um laboratório.

A família de Divine conseguiu fazer com que alguns dos oficiais envolvidos no assassinato fossem demitidos — justiça que muitos consideram ser insuficiente, mas melhor do que a vivida por muitos outros nigerianos cujos entes queridos foram vítimas de violência policial e também podem ter acabado em escolas de Medicina em todo o país.

Jornalista: Fabiane Serra

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Idoso ganha na loteria, usa o dinheiro para criar rede de tráfico e acaba preso

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Um homem foi preso após usar o dinheiro que ganhou na loteria para administrar uma rede de tráfico de drogas em Manchester, no Reino Unido. O aposentado John Eric Spiby comandou laboratórios de produção de comprimidos falsificados.

 

Spiby contou com a ajuda do filho, John Colin Spiby, de 37 anos, e de outros dois homens. Todos foram detidos.

 

O aposentado dirigiu a rede entre 2020 e 2022 e expandiu os negócios para “fábricas sofisticadas”, como foi descrito pelas autoridades. A quadrilha faturou cerca de 288 milhões de libras esterlinas (aproximadamente R$ 2 bilhões).

 

Os comprimidos falsificados eram vendidos por preços baixos nas ruas. Segundo o juiz responsável pelo caso, as pílulas causaram “danos incalculáveis” aos viciados e podem ter colaborado para o aumento de mortes por drogas na região.

 

A quadrilha se escondeu por anos usando uma empresa chamada Nutra Inc como fachada. No entanto, a polícia desconfiou dos serviços dos homens e os colocou sob vigilância em novembro de 2021, dando início a Operação Venetic, como ficou conhecida a investigação.

 

Após cinco meses, a operação chegou ao fim, em abril de 2022. Quando as autoridades entraram na fábrica, encontraram armas de fogo, munição, dinheiro e maquinário industrial para fabricação de comprimidos.

 

Spiby foi condenado a 16 anos e seis meses de prisão por conspiração para produzir e fornecer drogas, posse de arma de fogo, posse de munição e obstrução da justiça. Já seu filho recebeu uma pena menor, de 9 anos. Ambos negaram as acusações.

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