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Idoso ganha na loteria, usa o dinheiro para criar rede de tráfico e acaba preso

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Um homem foi preso após usar o dinheiro que ganhou na loteria para administrar uma rede de tráfico de drogas em Manchester, no Reino Unido. O aposentado John Eric Spiby comandou laboratórios de produção de comprimidos falsificados.

 

Spiby contou com a ajuda do filho, John Colin Spiby, de 37 anos, e de outros dois homens. Todos foram detidos.

 

O aposentado dirigiu a rede entre 2020 e 2022 e expandiu os negócios para “fábricas sofisticadas”, como foi descrito pelas autoridades. A quadrilha faturou cerca de 288 milhões de libras esterlinas (aproximadamente R$ 2 bilhões).

 

Os comprimidos falsificados eram vendidos por preços baixos nas ruas. Segundo o juiz responsável pelo caso, as pílulas causaram “danos incalculáveis” aos viciados e podem ter colaborado para o aumento de mortes por drogas na região.

 

A quadrilha se escondeu por anos usando uma empresa chamada Nutra Inc como fachada. No entanto, a polícia desconfiou dos serviços dos homens e os colocou sob vigilância em novembro de 2021, dando início a Operação Venetic, como ficou conhecida a investigação.

 

Após cinco meses, a operação chegou ao fim, em abril de 2022. Quando as autoridades entraram na fábrica, encontraram armas de fogo, munição, dinheiro e maquinário industrial para fabricação de comprimidos.

 

Spiby foi condenado a 16 anos e seis meses de prisão por conspiração para produzir e fornecer drogas, posse de arma de fogo, posse de munição e obstrução da justiça. Já seu filho recebeu uma pena menor, de 9 anos. Ambos negaram as acusações.

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EUA suspendem emissão de vistos para 75 países, incluindo o Brasil

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Os Estados Unidos suspenderam a emissão de vistos para cidadãos de 75 países, entre eles o Brasil. A informação foi divulgada inicialmente pela emissora Fox News e confirmada à reportagem pelo Departamento de Estado norte-americano.

Em resposta inicial, a pasta informou, em nota curta, que está “pausando o processo de vistos de imigração para 75 países”, sem detalhar se a medida atinge todos os tipos de vistos ou se há exceções. Posteriormente, em publicação nas redes sociais, o Departamento de Estado afirmou que a suspensão se aplica a países “cujos migrantes usufruem a assistência de bem-estar social dos americanos em níveis inaceitáveis”.

Segundo o órgão, a suspensão permanecerá em vigor “até que os EUA possam assegurar que novos imigrantes não extrairão o bem-estar do povo americano”. No entanto, não foram esclarecidos os critérios utilizados para definir o que seria uma exploração indevida dos programas de assistência social.

A Fox News afirma ter tido acesso a um documento interno do Departamento de Estado que orienta funcionários consulares a negar pedidos de visto enquanto o governo reavalia seus procedimentos de triagem e verificação. Ainda de acordo com a emissora, a restrição deve começar a valer a partir do dia 21.

Itamaraty não foi notificado

Oficialmente, o Itamaraty informou que não foi comunicado sobre qualquer medida específica envolvendo a suspensão de vistos para brasileiros. Integrantes da diplomacia brasileira tentam compreender os efeitos práticos da decisão, como a possibilidade de maior rigor na análise dos pedidos ou a paralisação total dos processos por tempo indeterminado.

Entre os fatores que poderiam ser considerados na análise dos vistos estariam saúde, idade, proficiência em inglês e situação financeira dos solicitantes. Além do Brasil, países como Somália, Rússia, Afeganistão, Irã, Iraque, Egito, Nigéria, Tailândia e Iêmen também estariam na lista.

Um integrante do governo norte-americano afirmou que os EUA podem realizar uma avaliação sobre a quantidade de brasileiros que recebem benefícios sociais no país antes de definir uma posição definitiva sobre a revisão da emissão de vistos.

Política migratória mais rígida

Durante um evento realizado nesta terça-feira (13), o presidente Donald Trump declarou que nenhum país tem capacidade de absorver milhões de pessoas e arcar com custos de educação, saúde e assistência social.

“Muitas destas pessoas são assassinas. A partir do dia 1º de fevereiro, não vamos fazer pagamentos para cidades-santuários porque elas fazem tudo o que é possível para proteger criminosos às custas dos cidadãos americanos”, afirmou Trump.

Na segunda-feira (12), o Departamento de Estado anunciou que revogou mais de 100 mil vistos desde que Trump retornou à Casa Branca, em janeiro do ano passado, estabelecendo o que chamou de um novo recorde dentro da política de deportações do governo.

A ampliação das revogações reflete a repressão federal à imigração, que inclui operações de agentes sem identificação em diversas cidades e a deportação de pessoas com vistos válidos. A atual gestão também endureceu os critérios de concessão, com verificação de redes sociais e triagem ampliada dos candidatos.

“O Departamento de Estado já revogou mais de 100 mil vistos, incluindo cerca de 8.000 vistos de estudantes e 2.500 vistos especializados de indivíduos abordados por forças de segurança dos EUA por atividade criminosa. Continuaremos a deportar esses bandidos para manter a América segura”, informou o órgão em publicação na rede social X.

Jornalista: Luan Schiavon

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