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Com medo de engravidar namorada, homem coloca super bonder no pênis e acaba morrendo

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Um homem identificado como Salman Mirza, de 25 anos, morreu após colocar super bonder em seu pênis. O caso ocorreu na Índia.

De acordo com informações da polícia, Mirza estava junto com a namorada em um motel quando percebeu que tinha esquecido o preservativo e resolveu colocar a supercola usada em construções no pênis. O indiano cobriu toda sua região peniana com o produto e morreu após ter falência múltipla dos órgãos. O homem e sua namorada estavam sob efeito de bebidas alcóolicas.

“Como eles não tinham preservativo, resolveram aplicar o adesivo para que ela não engravidasse. Eles carregavam o produto para usar como entorpecente durante o ato sexual”, relatou a polícia.

Salman Mirza chegou a ser socorrido com vida, mas acabou morrendo ainda no local.

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Idoso ganha na loteria, usa o dinheiro para criar rede de tráfico e acaba preso

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Um homem foi preso após usar o dinheiro que ganhou na loteria para administrar uma rede de tráfico de drogas em Manchester, no Reino Unido. O aposentado John Eric Spiby comandou laboratórios de produção de comprimidos falsificados.

 

Spiby contou com a ajuda do filho, John Colin Spiby, de 37 anos, e de outros dois homens. Todos foram detidos.

 

O aposentado dirigiu a rede entre 2020 e 2022 e expandiu os negócios para “fábricas sofisticadas”, como foi descrito pelas autoridades. A quadrilha faturou cerca de 288 milhões de libras esterlinas (aproximadamente R$ 2 bilhões).

 

Os comprimidos falsificados eram vendidos por preços baixos nas ruas. Segundo o juiz responsável pelo caso, as pílulas causaram “danos incalculáveis” aos viciados e podem ter colaborado para o aumento de mortes por drogas na região.

 

A quadrilha se escondeu por anos usando uma empresa chamada Nutra Inc como fachada. No entanto, a polícia desconfiou dos serviços dos homens e os colocou sob vigilância em novembro de 2021, dando início a Operação Venetic, como ficou conhecida a investigação.

 

Após cinco meses, a operação chegou ao fim, em abril de 2022. Quando as autoridades entraram na fábrica, encontraram armas de fogo, munição, dinheiro e maquinário industrial para fabricação de comprimidos.

 

Spiby foi condenado a 16 anos e seis meses de prisão por conspiração para produzir e fornecer drogas, posse de arma de fogo, posse de munição e obstrução da justiça. Já seu filho recebeu uma pena menor, de 9 anos. Ambos negaram as acusações.

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