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Morador de Sinop morre em combate na guerra entre Ucrânia e Rússia após ataque de drone

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O deputado estadual Faissal Calil (PL) confirmou que recebeu uma mensagem do advogado Roberto Zampieri em 5 de dezembro de 2023, mesma data em que o jurista foi assassinado no bairro Bosque da Saúde, em Cuiabá. Segundo o parlamentar, o contato estava relacionado a uma disputa judicial envolvendo terras em Ribeirão Cascalheira, onde ele atuava na defesa de um dos envolvidos.

A troca de mensagens entre Faissal e Zampieri foi um dos elementos que motivaram a expedição de mandado de busca e apreensão contra o deputado no âmbito da Operação Gemini, que investiga um suposto esquema de venda de sentenças judiciais. Durante a ação da Polícia Federal, foram apreendidos o celular e um HD externo do parlamentar.

No dia em que o Zampieri morreu, ele mandou uma mensagem para mim. Se pegarem o celular, verão que eu digo na conversa que preciso notificar o meu cliente. As minhas conversas com o Zampieri não tratam do processo investigado pela Polícia Federal, mas de outro caso”, afirmou Faissal em entrevista à Rádio Cultura nesta segunda-feira (15).

De acordo com o deputado, ele representava Ildo Roque Guareschi em uma ação possessória, enquanto Zampieri atuava em favor de João Contigio. Faissal afirmou que ambos estavam em lados opostos da disputa judicial e negou qualquer parceria profissional com o advogado assassinado.

Além da relação com Zampieri, a ligação de Faissal com o desembargador Dirceu dos Santos também chamou a atenção dos investigadores. Afastado do cargo por suspeita de envolvimento em um esquema de comercialização de decisões judiciais, Dirceu teve o nome associado ao deputado no inquérito.

Faissal, que já trabalhou como assessor do magistrado, aparece na investigação como suposto operador financeiro do desembargador — acusação que ele nega de forma categórica.

Jornalista: Mika Sbardelott

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Idoso ganha na loteria, usa o dinheiro para criar rede de tráfico e acaba preso

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Um homem foi preso após usar o dinheiro que ganhou na loteria para administrar uma rede de tráfico de drogas em Manchester, no Reino Unido. O aposentado John Eric Spiby comandou laboratórios de produção de comprimidos falsificados.

 

Spiby contou com a ajuda do filho, John Colin Spiby, de 37 anos, e de outros dois homens. Todos foram detidos.

 

O aposentado dirigiu a rede entre 2020 e 2022 e expandiu os negócios para “fábricas sofisticadas”, como foi descrito pelas autoridades. A quadrilha faturou cerca de 288 milhões de libras esterlinas (aproximadamente R$ 2 bilhões).

 

Os comprimidos falsificados eram vendidos por preços baixos nas ruas. Segundo o juiz responsável pelo caso, as pílulas causaram “danos incalculáveis” aos viciados e podem ter colaborado para o aumento de mortes por drogas na região.

 

A quadrilha se escondeu por anos usando uma empresa chamada Nutra Inc como fachada. No entanto, a polícia desconfiou dos serviços dos homens e os colocou sob vigilância em novembro de 2021, dando início a Operação Venetic, como ficou conhecida a investigação.

 

Após cinco meses, a operação chegou ao fim, em abril de 2022. Quando as autoridades entraram na fábrica, encontraram armas de fogo, munição, dinheiro e maquinário industrial para fabricação de comprimidos.

 

Spiby foi condenado a 16 anos e seis meses de prisão por conspiração para produzir e fornecer drogas, posse de arma de fogo, posse de munição e obstrução da justiça. Já seu filho recebeu uma pena menor, de 9 anos. Ambos negaram as acusações.

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