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Mulher tens rins arrancados sem autorização e pede justiça; médico está foragido

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Uma mulher de 38 anos, Sunita Devi, moradora da cidade de Muzaffarpur, Índia, deu entrada em um hospital para retirar o útero, porém, ela não se recuperava e precisou fazer hemodiálise. Pois foi constatado que ela estava sem os dois rins e o médico foi acusado de remover cirurgicamente, sem nenhuma autorização.

Após o ocorrido, em 3 de setembro, a paciente quer os rins do médico como punição. Sunita teve sua condição de saúde classificada como “crítica”.  Uma investigação policial revelou que o médico responsável pela suposta cirurgia criminosa e o dono da instituição médica onde o procedimento foi feito estão foragidos desde que a história se tornou conhecida na região.

A polícia informou ainda que a clínica não tem autorização para funcionar, e que as credenciais do médico podem ser falsas.

Sunita, uma mãe de três filhos, passou então a exigir que os rins do médico sejam dados a ela, como punição para o crime e para ajudá-la a sobreviver.

“Peço ao governo que prenda imediatamente o médico acusado de remover meus dois rins. Os rins dele devem ser dados a mim para transplante, para que eu possa sobreviver”, disse Sunita, em entrevista ao jornal India Times.

Iti Devi, mãe de Sunita, parece não ter muitas esperanças que o caso tenha uma resolução minimamente justa. “O governo não fará nada porque sabe que somos pobres e nossas exigências não são ouvidas”, afirmou ela.

O caso está sob investigação, e policiais continuam as buscas pelos dois foragidos, segundo o jornal.]

 

Fabiane Serra com R7

 

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Idoso ganha na loteria, usa o dinheiro para criar rede de tráfico e acaba preso

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Um homem foi preso após usar o dinheiro que ganhou na loteria para administrar uma rede de tráfico de drogas em Manchester, no Reino Unido. O aposentado John Eric Spiby comandou laboratórios de produção de comprimidos falsificados.

 

Spiby contou com a ajuda do filho, John Colin Spiby, de 37 anos, e de outros dois homens. Todos foram detidos.

 

O aposentado dirigiu a rede entre 2020 e 2022 e expandiu os negócios para “fábricas sofisticadas”, como foi descrito pelas autoridades. A quadrilha faturou cerca de 288 milhões de libras esterlinas (aproximadamente R$ 2 bilhões).

 

Os comprimidos falsificados eram vendidos por preços baixos nas ruas. Segundo o juiz responsável pelo caso, as pílulas causaram “danos incalculáveis” aos viciados e podem ter colaborado para o aumento de mortes por drogas na região.

 

A quadrilha se escondeu por anos usando uma empresa chamada Nutra Inc como fachada. No entanto, a polícia desconfiou dos serviços dos homens e os colocou sob vigilância em novembro de 2021, dando início a Operação Venetic, como ficou conhecida a investigação.

 

Após cinco meses, a operação chegou ao fim, em abril de 2022. Quando as autoridades entraram na fábrica, encontraram armas de fogo, munição, dinheiro e maquinário industrial para fabricação de comprimidos.

 

Spiby foi condenado a 16 anos e seis meses de prisão por conspiração para produzir e fornecer drogas, posse de arma de fogo, posse de munição e obstrução da justiça. Já seu filho recebeu uma pena menor, de 9 anos. Ambos negaram as acusações.

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