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Discurso sobre “dificuldades” de juízes viraliza após salário de seis dígitos; Vídeo

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A presidente da Associação Brasileira de Magistrados do Trabalho, Cláudia Márcia de Carvalho Soares, virou alvo de intenso debate nas redes sociais após defender, em plena sessão do Supremo Tribunal Federal (STF), os benefícios pagos à magistratura — os chamados “penduricalhos”.

A fala ocorreu durante julgamento que discute justamente a legalidade dessas verbas indenizatórias. Em tom enfático, a magistrada aposentada afirmou que juízes custeiam despesas básicas do próprio bolso.

“Juiz de primeiro grau não tem carro, paga do seu próprio bolso. O combustível, o carro financiado, enfim. Não tem apartamento funcional, não tem plano de saúde, não tem refeitório, não tem água, não tem café. Nós pagamos!”, declarou.

Ela também citou desembargadores:

“Desembargador também tem quase nada, a não ser um carro, mal tem um lanche.”

“Não são penduricalhos”, diz magistrada

Cláudia Márcia rebateu o termo amplamente utilizado pela opinião pública e por entidades de controle.

“A magistratura brasileira não recebe penduricalho. Ela recebe verbas que são calcadas num fato gerador”, afirmou, sustentando que os pagamentos têm base em legislações estaduais e resoluções do CNJ.

Contracheque exposto amplia repercussão

A polêmica ganhou ainda mais força após a divulgação de dados da folha do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, que indicam que a magistrada aposentada recebeu cerca de R$ 113,8 mil líquidos em dezembro.

A combinação entre a defesa pública dos benefícios e o valor recebido intensificou críticas e dividiu opiniões nas redes.

O episódio ocorre em meio a um debate nacional sobre supersalários no Judiciário e o limite do teto constitucional, tema que está sob análise do STF e pode redefinir os critérios de pagamento de verbas indenizatórias em todo o país.

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Lenda do basquete brasileiro, Oscar Schmidt morre aos 68 anos

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O basquete brasileiro está de luto. Morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos, o ex-jogador Oscar Schmidt, considerado uma das maiores lendas do esporte nacional. Ele passou mal e não resistiu. A causa da morte ainda não foi divulgada.

Conhecido mundialmente como “Mão Santa”, o ex-atleta construiu uma carreira histórica e se tornou um dos maiores nomes do basquete internacional. Ele detém até hoje o recorde de maior pontuador da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093 pontos somados em cinco participações no torneio.

Ao longo de sua trajetória olímpica, Schmidt protagonizou atuações memoráveis. Um dos momentos mais marcantes ocorreu nos Jogos Olímpicos de Seul 1988, quando anotou 55 pontos contra a Espanha, marca que permanece como recorde de pontos em uma única partida olímpica.

Pela seleção brasileira, Oscar acumulou 7.693 pontos em 326 partidas oficiais, defendendo a equipe entre 1977 e 1996. Entre suas conquistas mais importantes está a medalha de bronze no Mundial de Basquete de 1978, realizado nas Filipinas. A carreira profissional se estendeu por quase três décadas, sendo encerrada oficialmente em 2003.

Após se aposentar das quadras, o ex-jogador passou a atuar como palestrante e personalidade pública, compartilhando histórias de superação e liderança. Em 2011, ele foi diagnosticado com tumor no cérebro, doença que enfrentou com tratamentos ao longo dos anos, além de outros problemas de saúde que exigiram acompanhamento médico constante.

Ídolo eterno do basquete, Oscar Schmidt deixa um legado marcado por números impressionantes, partidas inesquecíveis e uma legião de admiradores dentro e fora do Brasil.

Até o momento, não foram divulgadas informações sobre velório e sepultamento.

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