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Calor sufocante: Veja como aliviar a temperatura para seus pets

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Em entrevista do cirurgião veterinário Ben Simpson-Vernon, à CNN, ele responde alguns questionamentos sobre pets e o calor.

O impacto do calor vai além dos seres humanos e cuidados especiais são necessários para os animais de estimação.

À CNN, o cirurgião veterinário Ben Simpson-Vernon, que acumula mais de 4 milhões de likes e milhares de seguidores no TikTok com conteúdo informativo sobre pets, tirou dúvidas comuns aos donos sobre como enfrentar o calor.

Existem cães que correm mais risco?

O veterinário explica que a insolação ocorre gradualmente. “Sabemos por estudos que 98% dos cães que apresentam sinais mais leves terão uma recuperação completa. Mas naqueles cães que mostram sinais mais graves, as chances podem ser de 50%. Então o principal é detectar cedo”, disse Ben.

“Algumas das raças que correm mais risco podem ser as raças mais jovens e enérgicas, e as raças de cães braquicefálicos [aqueles conhecidos por apresentarem uma cabeça de formato ‘achatado’ e o focinho de tamanho ‘encurtado’], como buldogues e pugs”, acrescentou.

Ele explicou que os cães dependem da respiração ofegante para perder calor e essa respiração envolve a passagem do ar para dentro e fora das vias nasais. Esses cachorros com rosto mais achatado tem menor área de superfície no focinho, o que dificulta a perda de calor.

Posso passear e brincar com meu cachorro por algumas horas?

“Não se sinta culpado por não passear com o cachorro. Está extremamente quente lá fora. Uma maneira de testar se a superfície está muito quente para o seu pet andar é a regra dos sete segundos”, disse Ben.

Essa regra consiste em encostar as costas da mão na superfície. Se você não consegue manter a mão encostada confortavelmente por sete segundos, está muito quente para seu cachorro passear.

Posso dar gelo para meu cachorro se refrescar?

“Existe muita desinformação sobre isso. Pessoas dizem que pode ser prejudicial, mas, na verdade, se você der gelo para seus animais de estimação, é muito pequeno o risco de que eles possam danificar os dentes se estão mastigando pedaços muito grandes. Apenas seja sensato”, afirmou o veterinário.

Os gatos aguentam mais o calor do que os cachorros?

Ben conta que “os gatos são descendentes de espécies do deserto ou felinos, por isso, estão bem adaptados a temperaturas mais quentes e menor ingestão de água se estiverem em um clima mais seco”.

“Mas isso não quer dizer que você não precise tentar refrescar seu gato se estiver calor. Pode ser um pouco complicado, mas é uma boa ideia tentar incentivá-los a beber o máximo possível. Por exemplo, você pode tentar congelar a água que sobra nas latas de atum. Alguns gatos ficarão muito felizes em lamber lentamente essa água”, completou.

Meus cachorros adoram tomar sol. É perigoso?

O veterinário conta que “cães e gatos geralmente gostam de tomar sol pelo mesmo motivo que nós. O calor é agradável e libera hormônios do bem-estar como a serotonina”.

“Um problema que notamos em gatos é um tipo de câncer de pele, e vemos isso mais comumente nas pontas das orelhas e ao redor do nariz. Isso ocorre em gatos de pelo claro. Você pode aplicar um protetor solar seguro para animais de estimação nessas áreas”, disse Ben.

“Os répteis são muito menos suscetíveis a insolação. Mas certifique-se que o viveiro não está sob a luz solar direta, para não superaquecer. Para os pássaros, se estiver muito quente, você pode borrifar um pouco de água ao redor deles. E para os peixes, tenha cuidado para que o aquário não superaqueça. É bom ter um bom sistema de filtragem e monitorar a temperatura da água”, concluiu.

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Mulher de 21 dá nó fatal com cinto e esfaqueia idoso de 80 anos

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Reprodução internet

Um encontro entre gerações terminou em tragédia e sangue em Itanhangá (453 km de Cuiabá). O idoso Cecílio Coletti, de 80 anos, foi encontrado sem vida, esfaqueado e com um cinto apertando o pescoço — uma cena que chocou até os mais experientes. O crime ocorreu dentro da própria casa da vítima, na última terça-feira (15), e teve como autora uma jovem de 21 anos que trabalhava em um bar vizinho.

Segundo a polícia, o caso começou com uma simples discussão entre os dois, mas terminou de forma brutal. A jovem, que poderia ter dado apenas um tempo, preferiu dar golpes fatais. Confessou o crime sem rodeios, talvez imaginando que sinceridade reduz pena.

Enquanto a perícia tentava desenrolar os detalhes do assassinato, os vizinhos tentavam entender como uma conversa virou confronto e um cinto virou corda da morte. O caso segue sob investigação.

Jornalista: Alex Garcia

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